Faltou cooperação na Cooperativa Sul-Rio-Grandense de
Laticínios, a maior da Região Sul do Estado com atuação em 45 municípios. Cerca
de 200 funcionários protestaram nesta quarta-feira (8), em frente a
cooperativa. O motivo é o atraso do salário do mês de maio e benefícios como o
vale transporte. A empresa afirmou aos funcionários que os pagamentos devem ser
normalizados até sexta-feira (10).
quarta-feira, 8 de junho de 2016
Conselho Estadual de Cooperativismo empossa membros
O Conselho Estadual de Cooperativismo (Cecoop)
empossará seus membros nesta quinta-feira (09/06), em solenidade no Galpão
Crioulo do Palácio Piratini, com participação do governador José Ivo Sartori. O
colegiado reúne de forma paritária representantes do governo do Estado e da
sociedade civil, representando os 13 ramos do cooperativismo. A presidência do
Cecoop será do secretário do Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo, Tarcisio
Minetto.
Azedou a relação entre a FECOAGRO e o IGL
A Federação das Cooperativas
Agropecuárias do Rio Grande do Sul (Fecoagro), solicitou a sua saída do quadro
de associados do Instituto Gaúcho do Leite (IGL).O que existe é um
descontentamento quanto à cobrança de pagamento das taxas que compõem o
Fundoleite, cujos recursos são geridos pelo instituto para ações a favor do
setor leiteiro.
E não foi por falta de propaganda...
E não foi por falta de propaganda...
quarta-feira, 25 de maio de 2016
Cooperja distribui livros sobre Cooperação
A obra é de autoria
de Luiz Roberto Dalpiaz Rech, fundador e atual vice-presidente da Cooperativa
Universidade de Líderes Juventude Sem Fronteiras – COOPLÍDER. Na área infantil,
também escreveu e publicou: Oratória para Crianças, Oratória para Crianças – áudio,
Amaz – O Macaquinho Azul, Receitas da Bruxinha Nathy, O Peixinho Vermelho,
Oratória na Escola e, coautor da Coleção Símbolos do Rio Grande do Sul.
Os dias 10 e 11 de
novembro foram marcados por leitura e diversão nas escolas as quais a Cooperja
é madrinha, no Programa Cooperjovem, E. M. E. B. Albino Zanatta e E.E.E.B Abel
Esteves de Aguiar. Mais de 200 crianças, estudantes do 2º ao 5º ano do ensino
fundamental, receberam o livro: “O Menino que Cooperava”, disponibilizado pela
Ocesc/Sescoop-SC e distribuído pela Cooperativa. As crianças ficaram felizes
diante desta novidade.
Esta foi mais uma ação do Programa, e tem como
objetivo principal contribuir para despertar em cada criança o desejo de
participar de um mundo que tenha a cooperação como o seu principal pilar.
Afinal, a história pretende demonstrar que o futuro da humanidade é a
cooperação. “Pois somente de mãos dadas podemos ter forças para vencer os
desafios”, cita Luiz Roberto Dalpiaz Rech, autor do livro.
Para a coordenadora social da Cooperja,
Elisabete Biz dos Santos foi uma grande iniciativa tanto da Ocesc/Sescoop por
proporcionar esta publicação, quanto da Cooperja, por realizar a distribuição.
“Foi muito gratificante entregar para as crianças este livro. Ver o sorriso
estampado no rosto de cada uma, foi incrível. Ainda mais se tratando de um
conteúdo de tão grande importância”, destaca Elisabete.
Segundo o presidente
da Cooperja, Vanir Zanatta, o Programa é um grande investimento que o sistema
cooperativo faz na sociedade. “O Cooperjovem contribui na formação de pessoas
do bem. Aqui na região, todas as escolas envolvidas, tenho certeza que ganharam
muito em conhecimento. Teremos, num futuro bem próximo, associados e associadas
ainda mais defensores do sistema, querendo ser parte do mesmo. Isso certamente
fará a diferença. A Cooperja tem orgulho de poder proporcionar mais este benefício
à sua comunidade”, afirma Zanatta.
Cooperativas levam espetáculo teatral para alunos da rede pública de Santa Bárbara d’Oeste
Cooperativas levam
espetáculo teatral para alunos da rede pública de Santa Bárbara d’Oeste
Além da apresentação do espetáculo, cada escola receberá uma
quantidade de exemplares do livro “O menino que cooperava”, do escritor Robert
Rech. Os livros ficarão disponíveis nas bibliotecas das escolas, para que os
professores possam trabalhar com os alunos no decorrer do ano.
Alunos das Escolas Municipais Caic Irmã Dulce e Ciep Leonel
Brizola, em Santa Bárbara d’Oeste recebem hoje (19 de maio), o espetáculo
teatral infantil “O Coelho Engenheiro”, da Companhia Sia Santa. As crianças
assistirão ao teatro durante o período de aulas, em sessões pela manhã e à
tarde. A apresentação faz parte do
projeto “Formação de Público” do Sescoop/SP (Serviço Nacional de Aprendizagem
do Cooperativismo) em parceria com as Cooperativas Cooperteto, Cooperpratika,
Unicred Bandeirante, Unimed, Uniodonto e apoio da Secretaria de Educação de
Santa Bárbara d’Oeste.
Fonte: SESCOOP/SP
sexta-feira, 20 de maio de 2016
Cooperativas poderão excluir prestação de serviços da base de cálculo de tributos
![]() |
| Pedro Cunha Lima: há assimetria na tributação das cooperativas de serviços em relação a outras espécies de cooperativas |
A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 3247/15, que
autoriza as cooperativas a excluir da base de cálculo da contribuição para o
PIS/Pasep e da Cofins os valores repassados aos cooperados, decorrentes da
prestação de serviços em nome da cooperativa.
De autoria do deputado Pedro Cunha Lima (PSDB-PB), o projeto
acrescenta dispositivo à Medida Provisória (MP) 2.158-35/01. O texto atual da
MP estabelece que apenas os valores decorrentes da comercialização de produtos
entregues pelos associados – ainda que o associado seja pessoa jurídica – serão
excluídos da base de cálculo do PIS/Pasep e da Cofins.
O projeto estende à prestação de serviços o tratamento
dispensado à comercialização de produtos pelas cooperativas, no que se refere à
exclusão da base de cálculo dos tributos. A exclusão alcançará somente a
prestação de serviços vinculados diretamente à atividade econômica desenvolvida
pelo associado e que seja objeto da cooperativa.
Assimetria
O autor da proposta aponta assimetria na tributação das
cooperativas de serviços em relação a outras espécies de cooperativas. Segundo
ele, “a essência do objetivo social da cooperativa de serviço e da cooperativa
de vendas em comum é a mesma: agenciar clientes, disponibilizar atividades aos
cooperados e comungar esforços para realizar operações com terceiros,
permitindo a escala da negociação e a redução de custos envolvidos”.
Pedro Cunha Lima ressalta ainda que a possibilidade de
exclusão das receitas repassadas aos cooperados pela prestação de serviços já é
autorizada para espécies pontuais de cooperativas de serviço, como as de
radiotáxis e as que prestam serviços relacionados a atividades culturais, de
música, de cinema, de letras, de artes cênicas e de artes plásticas.
Para o deputado, o projeto poderá solucionar esse
“desequilíbrio legislativo”, ao conferir tratamento tributário igual a todas as
sociedades cooperativas.
Tramitação
De caráter conclusivo, a proposta será analisada pelas
comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; de Finanças e
Tributação (inclusive quanto ao mérito); e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
quinta-feira, 19 de maio de 2016
Senado rejeita projeto que solicita autorização estatal para criação de cooperativas
A Comissão de Assuntos Sociais (CAS), do Senado Federal,
rejeitou nessa quarta-feira (18/5), de acordo com posicionamento defendido pela
Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), o Projeto de Lei do Senado
(PLS) 107/2014, que visava reduzir o número mínimo de pessoas físicas
necessárias à criação de cooperativas singulares, autorizar a criação das
Cooperativas de Trabalho dos Catadores de Materiais Recicláveis Solidárias e
das Cooperativas de Crédito Comunitárias Solidárias.
A OCB é contrária à proposição porque, de acordo com a
Constituição Federal, a criação de cooperativas é de livre iniciativa e
independe de autorização estatal. A Carta Magna diz, ainda, que as cooperativas
de crédito devem ser reguladas por lei complementar, não por lei ordinária como
pretendia o projeto rejeitado.
Além disso, a criação das cooperativas de catadores de
matérias recicláveis e a redução para sete no número mínimo de pessoas físicas
necessárias à criação dessas cooperativas, são assuntos já abrangidos e
contemplados pela Lei nº 12.690/2012, que dispõe sobre a organização das
cooperativas do ramo Trabalho.
A matéria foi relatada pela senadora, Lúcia Vânia, (GO) e
teve como relator ad hoc o senador Acir Gurgacz (RO), integrante da Frente
Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), os quais também se manifestaram pela
rejeição do projeto que será arquivado.
Fonte: Assessoria de Imprensa do Sistema OCB
quinta-feira, 28 de abril de 2016
STJ reconhece a não tributação do ato cooperativo
Julgamento ocorreu hoje e ministros entenderam que não
incide PIS e Cofins sobre os atos praticados entre cooperativas e seus
cooperados
Brasília (27/4) – Um dia que entrará para a história do
cooperativismo. Nesta quarta-feira, o Superior Tribunal de Justiça (STJ)
reconheceu a procedência da não tributação do ato cooperativo pelo PIS e
Cofins, após um intenso trabalho realizado pela Organização das Cooperativas
Brasileiras (OCB).
Para o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, o
dia de hoje será lembrado por todo o movimento cooperativista. “O STJ fez
justiça ao reconhecer a não tributação dos atos praticados pelas cooperativas em
nome de seus cooperados. Nessas situações, a cooperativa atua como
representante dos interesses do seu associado e, este, como dono do negócio, já
é tributado como pessoa física. Essa decisão vai trazer, com certeza, um
ambiente mais justo, mais adequado à atuação de todas as cooperativas do país”,
comemora Márcio Freitas.
ENTENDA – A 1ª Seção do STJ julgou hoje dois recursos que
discutem a incidência da contribuição destinada ao PIS e à Cofins sobre a
receita oriunda de atos cooperativos típicos, realizados pelas cooperativas,
conforme expresso na Lei nº 5.764/71, também conhecida como ‘lei do
cooperativismo’.
Um dos recursos (o RE nº 1.164.716) foi interposto pela
Fazenda Nacional contra a decisão do Tribunal Regional Federal 1ª Região, que
entendeu que os atos praticados pela Cooperativa de Trabalho dos Consultores e
Instrutores de Formação Profissional, Promoção Social e Econômica (COOPIFOR),
diretamente relacionados com o seu objeto social e que não se traduzem em
lucro, receita ou faturamento, não sofrem incidência da Cofins.
Já o outro (o RE nº 1.141.667) foi interposto pela
Cooperativa dos Citricultores Ecológicos do Vale do Caí (Ecocitrus), contra
decisão do Tribunal Regional Federal 4ª Região, que entendeu não existir
previsão legal para a isenção das sociedades cooperativas ao recolhimento do
PIS e da Cofins, o que deveria ser feito mediante Lei Complementar.
ORIENTAÇÃO – “Ambos os recursos foram eleitos como
representativos de controvérsia, os denominados recursos repetitivos. Em
efeitos práticos, significa que a decisão do Superior Tribunal de Justiça nos
dois casos servirá como orientação aos tribunais inferiores que julgarem
questões idênticas”, explica a assessora jurídica da OCB, Ana Paula Andrade
Ramos Rodrigues.
Segundo ela, a OCB foi admitida como amicus curiae nos
recursos, o que possibilitou a atuação direta junto aos ministros da 1ª Seção,
o que permitiu a intensa atuação da Assessoria Jurídica da OCB, por meio de
distribuição de memoriais e audiências prévias.
JULGAMENTO – Iniciado o julgamento, a Procuradoria Geral da
Fazenda Nacional (PGFN) defendeu que o artigo 79 da Lei nº 5.764/71, que define
o conceito de ato cooperativo, não pode ser utilizado para justificar uma
hipótese de não incidência genérica. Ela alertou, ainda, para o fato de que,
nestes casos, existem atos normativos e leis específicas que levam em
consideração as especificidades dos ramos. Argumentou, também, que as receitas
percebidas pelas cooperativas enquadram-se no conceito de faturamento, devendo
ser tributadas pelo PIS e pela Cofins.
O consultor jurídico do Sistema OCB, João Caetano Muzzi
Filho, ao utilizar-se da tribuna, argumentou que o sistema cooperativista,
quando defende a não tributação do ato cooperativo na pessoa jurídica da
cooperativa, não está pleiteando benefício ou privilégio fiscal, uma vez que a
incidência tributária já ocorre na pessoa do cooperado.
DUPLICIDADE – Segundo Muzzi, o que se busca evitar e, assim,
garantir o “adequado tratamento tributário” ao ato cooperativo, é a incidência
em duplicidade da tributação, tanto na cooperativa, quanto no cooperado, o que
fatalmente aniquilaria o sistema cooperativista. O movimento cooperativista
argumenta, ainda, que o parágrafo único do artigo 79 da Lei nº 5.764/71, ao
determinar que o ato cooperativo não configura compra e venda de produtos e
serviços e nem operação de mercado, afasta, por completo, o conceito de
faturamento.
PRECONCEITO – O relator dos recursos, ministro Napoleão
Nunes Maia Filho, após fazer considerações sobre os preconceitos criados pela
história em relação às cooperativas, proferiu voto afirmando que, ainda que a
terminologia utilizada pela Constituição Federal, do “adequado” tratamento
tributário seja um conceito indeterminado, o juiz não pode se furtar a definir
a sua aplicação nos casos concretos.
Na interpretação do relator, o artigo 79 da Lei nº 5.764/71
traz uma hipótese de não incidência tributária, tratando o ato cooperativo
típico como uma atividade fora do mercado e não sujeita às incidências próprias
das empresas mercantis.
Por fim, Nunes Maia fixou a tese nos seguintes termos: “Não
incide contribuição do PIS e da Cofins sobre os atos cooperativos típicos
praticados pela cooperativa.” O voto dos demais ministros também seguiu o
entendimento do relator.
RECURSO – Da decisão proferida ainda caberá recurso pela
Fazenda Nacional ao Supremo Tribunal Federal (STF). Mas, a partir de sua
publicação a decisão passa a produzir efeitos aos demais tribunais nacionais.
quarta-feira, 20 de abril de 2016
Assembleia da Ocergs aprova prestação de contas de 2015 e plano de trabalho 2016
O Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Rio
Grande do Sul (Ocergs) realizou na manhã desta quinta-feira (14/4), no Centro
de Formação Profissional Cooperativista, em Porto Alegre, sua Assembleia Geral
Ordinária, que apreciou a prestação de contas do exercício de 2015 e deliberou
sobre o plano de trabalho 2016, entre outras pautas, todas aprovadas por
unanimidade pelos presentes.
Participaram da AGO da Ocergs 63 cooperativas, representando
263 votos. “Hoje o que mais se exige é transparências das contas, em tudo que
se faz. Estamos aqui reunidos para mostrar o que se fez e o nosso planejamento
para o próximo exercício”, destacou em sua fala aos cooperativistas presentes,
o presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius.
O diretor-secretário da Ocergs, Paulo Pires, que falou em
nome de toda a diretoria, ressaltou a importância do modelo de governança
implementado desde 2014 e dos avanços já conquistados. “Esse novo modelo de
governança da Ocergs contempla as Federações, representadas nessa diretoria.
Junto com a diretoria executiva fizemos essa ligação entre o Sistema
Ocergs-Sescoop/RS e as cooperativas singulares de uma forma muito proativa”,
afirmou.
Em seu pronunciamento, Perius agradeceu a presença de todos
e explanou sobre as ações de representação institucional e política da
entidade. O presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS destacou conquistas
importantes do segmento cooperativista em 2015, como a inclusão de todos os
deputados estaduais à Frente Parlamentar de Apoio ao Cooperativismo
(Frencoop/RS), a participação da Ocergs na Junta Comercial do Rio Grande do Sul
(Jucergs), o desenvolvimento do programa Aprendiz Cooperativo do Campo, o Dia
de Cooperar (Dia C), o programa de Formação de Conselheiros Fiscais, entre
outras.
O superintendente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Norberto
Tomasini, apresentou e deliberou sobre o Plano de Trabalho, o Orçamento de
Receitas e Despesas do exercício de 2016. Já o auditor e sócio da Dickel &
Maffi, Joel Ireno Hartmann, apresentou o relatório dos auditores independentes
sobre as demonstrações contábeis da Ocergs. Em sua explanação, afirmou que as
mesmas representam adequadamente as posições patrimoniais e financeiras da
entidade. Posteriormente, o presidente do Conselho Fiscal da Ocergs e
presidente da Cosuel, Gilberto Piccinini, apresentou o parecer do Conselho.
Na sequência, o gerente jurídico do Sistema
Ocergs-Sescoop/RS, Mário De Conto, explanou sobre as pautas do Sindicato. Entre
elas, a autorização da entidade, por intermédio de seu diretor técnico
sindical, para representar os interesses da categoria patronal em dissídios
coletivos, bem como efetuar negociações coletivas de trabalho e firmar,
juntamente com o presidente, acordos e convenções coletivas de trabalho;
definição do valor da Contribuição Assistencial para o exercício de 2017; e a
homologação do Regimento Interno do Conselho Técnico Sindical, conforme dispõe
o art. 23 “f” do Estatuto Social. Todos os itens foram apreciados na Assembleia
Geral Ordinária e aprovados por unanimidade.
Fonte: OCERGS
terça-feira, 12 de abril de 2016
Cooperativas de Trabalho debatem sobre a Lei da Terceirização
A Cooperativa de Trabalho Cootravipa realizou na última
sexta-feira, dia 8, no auditório da Associação Médica do Rio Grande do Sul
(AMRIGS), em Porto Alegre, plenária com o senador Paulo Paim, relator nacional
da PEC da Terceirização, para tratar do tema “Cooperativas de Trabalho na Lei
da Terceirização”. O evento teve como principal objetivo promover o diálogo
entre os órgãos de fiscalização e do sistema cooperativista para o entendimento
da realidade do setor, mostrando os benefícios e resultados do cooperativismo
ao trabalhador cooperado e à sociedade.
Após a apresentação dos cases das cooperativas de Trabalho
Coopserge, do Acre, Cooeducars (Porto Alegre), Coosidra (Cachoeirinha) e
Cootravipa (Porto Alegre), diversos representantes de entidades ligadas ao
cooperativismo explanaram sobre as vantagens e desvantagens do Projeto de Lei
4330/2004, que tramita há 11 anos no Congresso Nacional e prevê a contratação
de serviços terceirizados para qualquer atividade, desde que a contratada
esteja focada em uma atividade específica, não se aplicando a cooperativas,
autarquias e fundações.
O presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius,
defendeu o cooperativismo e seus trabalhadores e afirmou que existe uma
ausência de uma transparente política pública a respeito das cooperativas de
Trabalho. “Na crise as pessoas se unem, as famílias se unem e teremos um
crescimento de cooperativas de trabalho. Temos que ter fé. Sabemos que a
matéria está em boas mãos. Assim como não queremos cooperativas irregulares,
não queremos leis irregulares. Os trabalhadores de cooperativas desse ramo
merecem salário, renda e direitos sociais garantidos por processos cooperativos
para que possam se desenvolver”, concluiu.
Em seguida, a presidente da Fetrabalho/RS, Margaret Garcia
da Cunha defendeu o direito de todos os trabalhadores presentes. “Nós
trabalhamos pelo direito ao trabalho, de ter a cada dia trabalhado o direito de
ter a nossa renda digna, de ter o direito ao trabalho e isso ninguém vai tirar
de nós, porque esse é o direito que a constituição nos dá”.
A presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região,
desembargadora Beatriz Renk, concordou. "O cooperativismo é uma forma
muito bonita de trabalho, o que precisamos é cuidar para que não acarrete em
fraudes. Talvez estejamos pecando pelo excesso, mas estamos procurando
respeitar a dignidade do trabalhador".
O presidente da Cootravipa, Jorge Luiz Bittencourt da Rosa,
defendeu que o cooperativismo é a melhor forma de organização e compreensão da
sociedade. E entregou ao senador Paulo Paim um documento solicitando que o
caráter não celetista das cooperativas de Trabalho seja observado pela
legislação que está sendo construída, com o objetivo de contribuir com a
realidade do trabalho no Brasil.
Paim se comprometeu a apresentar um novo projeto de lei para
tratar da terceirização do trabalho no Congresso Nacional. Segundo ele, a
tramitação do texto atual foi determinada pelo presidente da Câmara, Eduardo
Cunha, que tem levado adiante outras matérias que podem provocar mudanças na
legislação trabalhista. "São 60 projetos que atingem os direitos dos
trabalhadores em tramitação no Legislativo Federal", enumerou.
A estratégia de propor um novo projeto de lei sobre o assunto
é resultado de um debate realizado em todos os estados da federação. Apenas no
Rio Grande do Sul, Paulo Paim tratou do tema duas vezes.
Segundo o relator da matéria, a cada cinco mortes de
trabalhadores, quatro são de terceirizados e de cada dez acidentes com
sequelas, oito são protagonizados por empregados terceirizados. "Fiquei
abismado com o que vi", exclamou. "Por isso defendo o cooperativismo,
mas não a terceirização da atividade fim", concluiu.
Também fizeram parte do debate o procurador-chefe adjunto da
Procuradoria Regional da 4ª Região, Paulo Joarês Vieira, o superintendente
Regional do Trabalho para o Rio Grande do Sul do Ministério do Trabalho e
Emprego (MTE), Cláudio Pereira, o integrante da Frencoop Nacional, deputado
Heitor Schuch, presidente da Frencoop Municipal, Márcio Bins Ely, e o
coordenador do Conselho Consultivo do ramo Trabalho da OCB, Geraldo Magela da
Silva.
sexta-feira, 1 de abril de 2016
Chega ao fim o impasse dos 15% do tomador
A partir dessa quinta-feira (31/3), fica definitivamente suspensa a contribuição previdenciária a ser paga pelo tomador de serviço de cooperativas de Trabalho. A alíquota era de 15% sobre o valor bruto da nota fiscal ou fatura da prestação de serviços. Nessa quinta, o presidente do Senado Federal, Renan Calheiros (AL), promulgou a Resolução nº 10/2016, que traz a boa notícia para o cooperativismo.
Esse percentual era recolhido sempre que uma empresa contratava uma cooperativa de Trabalho para algum tipo de prestação de serviço. Para o movimento cooperativista essa obrigação previdenciária diminuía a competitividade do setor, uma vez que as cooperativas tinham de dar um desconto equivalente ao da contribuição de 15% em relação ao valor pago aos demais tipos de empresas prestadoras de serviços. A cobrança ocorria desde julho de 1991.
A Resolução promulgada hoje é originária do parecer do senador Alvaro Dias (PR) ao Ofício “S” 25/2015, que comunicou ao Senado a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de inconstitucionalidade da cobrança. O parecer aprovado primeiramente pela CCJ sugeria a apresentação de Projeto de Resolução. Posteriormente, durante a mesma sessão, a Comissão apresentou e aprovou o Projeto sugerido pelo relator, senador Alvaro Dias (PR), que é integrante da Frente Parlamentar de Apoio ao Cooperativismo (Frencoop), referendando, assim, a decisão do STF.
A matéria está inserida na Agenda Institucional do Cooperativismo desde a sua tramitação no STF, quando, na ocasião, o Sistema OCB entregou aos ministros da Suprema Corte estudos dos impactos econômicos negativos que essa contribuição previdenciária trazia às cooperativas. Após a declaração da inconstitucionalidade, a OCB continuou os trabalhos no Senado em conjunto com Frencoop para extinção permanente da cobrança.
Fonte: Assessoria de Imprensa do Sistema OCB
sexta-feira, 18 de março de 2016
Cooperativa dos Profissionais da Área Notarial e Registral é homenageada na AL
O deputado Ciro Simoni (PDT) ocupou o espaço do Grande
Expediente, na sessão plenária da tarde desta quinta-feira (17), para
homenagear os 10 anos da Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo de
Profissionais da Área Notarial e Registral (Coopnore). O parlamentar iniciou
seu discurso recordando que o cooperativismo tem suas raízes no sul do Brasil,
na criação da primeira cooperativa de crédito na cidade de Nova Petrópolis, em
1902.
"Foi ali que,
pelo exemplo do Padre Amstadt, seguindo a tradição do cooperativismo de crédito
no Rio Grande do Sul, nasceu esta cooperativa, em 2005, projeto integrante do
programa de mandato do então presidente do Colégio Notarial do Brasil, secção
RS, tabelião Sérgio Afonso Manica", disse. O objetivo, recordou, era
oferecer aos titulares dos cartórios de notas, registradores e seus
funcionários os serviços das instituições financeiras de forma mais acessível.
“Em dez anos de
operação, a Coopnore conquistou não apenas associados, mas a confiança de uma
classe que fez da cooperativa uma instituição financeira que está entre as 10
mais sólidas do país, com um portfólio de serviços que supera os grandes
agentes do sistema de crédito no mercado e se expande a cada ano”, registrou o
pedetista.
Para Ciro Simoni, não
é exagero dizer que o sonho de 2005 de Sérgio Manica se transformou, em apenas
uma década, em um exemplo de esforço e empenho com resultados de muito sucesso.
Não apenas para tabeliães e registradores, mas para o cooperativismo nacional.
Conforme o
parlamentar, esta era também a oportunidade para cumprimentar o tabelião Sérgio
Afonso Manica, "alguém que, com empreendedorismo, expandiu sua atividade
numa direção singular e, com visão estratégica, teve a sensibilidade e
entendimento de que a atividade notarial e registral, além dos pilares
jurídicos e sociais que a suportam, encontraria no cooperativismo mais suporte
para o seu crescimento e aprimoramento”.
O deputado historiou
a trajetória de Sérgio Afonso Manica, “um notável e reconhecido tabelião da
comarca de Porto Alegre, desde junho de 1995”. Recordou que sua carreira teve
início em 1971, como tabelião de Notas de Estrela, durante 24 anos. Graduou-se
em Direito pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos) e concluiu sua
pós-graduação em Direito Notarial pela mesma universidade. Complementou seus
estudos com uma pós-graduação em Gestão de Cooperativismo, pela FACCAT/OCERGS.
Entre as suas
principais atividades e serviços, idealizou e criou o Selo Digital Notarial e
Registral de Fiscalização Eletrônica que deu origem ao Fundo Notarial e
Registral, com a finalidade de manter a estrutura do Tribunal de Justiça do Rio
Grande do Sul, da sua Corregedoria na fiscalização notarial e de registro. Foi
professor convidado, palestrante e conferencista na área do Direito Notarial e
Cooperativismo em incontáveis cursos, simpósios e congressos por todo o país.
É autor de diversas
obras na sua área de atuação. Sua última obra, Direito Notarial, é quase uma
obra definitiva sobre a matéria. “Não definitiva pois o Direito é mutável e,
como tal, a estrutura notarial e de registro também”, observou Ciro Simoni.
"Registramos, desta forma, a homenagem desta Casa e do Rio Grande a esta
instituição cooperativa, que orgulha a nós, gaúchos, e a todos aqueles que
contribuíram na sua formatação e operação, na pessoa de Sérgio Afonso
Manica", ressaltou.
"Igualmente nossa homenagem a todos os cidadãos e cidadãs que trabalham
nesta área importante à transparência e à legalidade”, disse o proponente do
Grande Expediente.
Em apartes,
manifestaram-se os deputados Tarcísio Zimmerman (PT), Gabriel Souza (PMDB),
Catarina Paladini (PSB), Sérgio Peres (PRB), Enio Bacci (PDT) e Regina Becker
Fortunati (REDE).
Celso Luiz Bender - MTE 5771 | Agência de Notícias
quinta-feira, 17 de março de 2016
Cooperativismo se posiciona como instrumento de mudança
![]() |
| Das esq para dir.: Deputado Federal Giovani Cherini - vice-presidente da FRENCOOP NACIONAL, Roberto Rech e Vergilio Perius, presidente da OCERGS |
O Sistema OCB, entidade representante das cooperativas
brasileiras, apresentou nessa quarta-feira (16/3) aos Poderes Executivo,
Legislativo e Judiciário, sua Agenda Institucional do Cooperativismo 2016 com
as propostas que demonstram a intenção do movimento em participar ativamente do
desenvolvimento do País. O evento ocorreu em Brasília (DF) e contou com
presença do ministro da Defesa, Aldo Rebelo.
O presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas,
ressaltou que esta é uma oportunidade de unir forças para, juntos com os demais
setores da economia nacional, trabalhar com afinco visando à retomada do
crescimento do País. “Precisamos contar com o apoio do poder público para que
tenhamos um ambiente favorável ao desenvolvimento da atividade cooperativista;
de marcos regulatórios e políticas públicas que ajudem a fomentar o setor; e
contribuir para a construção de pensamentos jurídicos que considerem a natureza
diferenciada das sociedades cooperativas”, disse.
A 10ª Agenda Institucional do Cooperativismo apresenta as
principais demandas do setor cooperativista aos Três Poderes da República. Seu
objetivo é atuar em todas as frentes para defender as bandeiras do movimento,
que hoje reúne 12,7 milhões de associados e exerce um papel de fundamental
importância na economia do País e nos processos de inclusão social.
Além de deputados federais, senadores e lideranças do
movimento cooperativista, a cerimônia contou ainda com a presença dos
secretários do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento: André
Nassar (Política Agrícola), Caio Rocha (Produtor Rural e Cooperativismo) e
Tania Garib (Interlocução e Mobilidade Social); o diretor de Relacionamento
Institucional e Cidadania do Banco Central, Luiz Edson Feltrim, o presidente da
Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), Osmar Serraglio, o deputado
federal e vice-presidente da Frencoop, Giovani Cherini, a presidente da
Fetrabalho/RS e diretora da Ocergs, Margaret Garcia da Cunha e o coordenador
jurídico da Ocergs, Tiago Machado.
Proposições do setor não impactam os cofres da União
Um dos pontos do discurso do presidente do Sistema OCB,
Márcio Lopes de Freitas, durante a cerimônia de lançamento da Agenda
Legislativa do Cooperativismo 2016, foi o fato de que boa parte das proposições
contidas no documento não oneram os cofres da União, e mesmo assim são capazes
de promover o desenvolvimento tanto de cooperativas como das comunidades onde
elas estão localizadas.
No âmbito do Congresso Nacional, por exemplo, foram listadas
40 proposições prioritárias ao setor. Dentre elas, diversas dizem respeito a ajustes
em leis ou decretos que não envolvem gastos ou impactos financeiros aos cofres
da União.
Um bom exemplo é o PLP 100/2011, que possibilita aos
municípios com disponibilidade de caixa depositarem seus recursos nas
cooperativas de Crédito. O projeto visa fortalecer a economia local, com o uso
dos recursos municipais na própria comunidade, de forma a evitar distorções,
capilarizar o crédito cooperativo e aprimorar o desenvolvimento regional.
Atualmente as cooperativas de Crédito são excluídas deste processo.
Para o presidente do Sistema OCB, é inconcebível que existam
reservas de mercado para o desenvolvimento do Brasil, como é o caso da
impossibilidade das prefeituras depositarem seus recursos nas instituições
financeiras que de fato estão localizadas em seus municípios e que neles
promovem o desenvolvimento e o fortalecimento da economia por meio da oferta de
crédito, da geração de emprego e renda, da inclusão financeira, da formação de
poupança e da melhoria da qualidade de vida da população.
“O cooperativismo de Crédito, com suas características
peculiares de gestão profissional e governança voltadas para os reais
interesses locais, pode contribuir substancialmente desenvolvendo, fomentando,
fortalecendo e potencializando a economia local, uma vez que, podendo
administrar as disponibilidades de caixa dos entes públicos municipais, terá
maior capacidade de ofertar o crédito orientado produtivo local”, argumenta
Freitas.
EXECUTIVO – Nesta edição, a Agenda Institucional do
Cooperativismo contempla 17 temas prioritários junto ao Poder Executivo, os
quais têm como objetivo contribuir para que os marcos regulatórios e as
políticas públicas implementadas no País reflitam os anseios e respeitem as
peculiaridades do movimento cooperativista, além de possibilitarem um
desenvolvimento justo e sustentável para o Brasil.
JUDICIÁRIO – Dentre os grandes temas acompanhados nos
tribunais superiores estão o ato cooperativo, o novo código florestal, a não
equiparação do empregado de cooperativa de Crédito a bancário e a contribuição
previdenciária do tomador de serviços de cooperativas. Estas ações são focadas
na disseminação do modelo societário e da filosofia cooperativista junto a
magistrados, desembargadores, ministros e procuradores.
Fonte: Assessoria de Imprensa do Sistema OCB
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016
COOPERATIVA PROMOVE EVENTO NACIONAL DE PRATICAS INTEGRATIVAS EM SAÚDE
Promovido pela COOPLIDER – Cooperativa Universidade de
Líderes Juventude Sem Fronteiras, com o apoio da Santa Casa de Misericórdia de
Porto Alegre, será realizado o 10º Encontro Holístico Brasileiro - Conferência
de Saúde, Ciência e Espiritualidade, que acontecerá nos dias 11. 12 e 13 de
março de 2016, em Porto Alegre, no Centro de Eventos do Plaza São Rafael,
gratuito ao público.
Na maior conferência do gênero no Brasil, está previsto um
público superior a quatro mil pessoas para assistir aos profissionais com
trabalhos reconhecidos nacional e internacionalmente. O principal objetivo da
conferência é propagar um novo paradigma na saúde capaz de trabalhar o ser
humano em todas as suas dimensões: material, mental, emocional e espiritual.
A novidade desta edição será a realização do Simpósio Santa
Casa de Misericórdia intitulado de “Onde a Saúde e a Espiritualidade se
encontram”, que terá como coordenador o Dr Fernando Lucchese, cardiologista e
Diretor Médico do Hospital São Francisco, que compõe o complexo hospitalar da
Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre.
De forma inédita, serão realizados quatro seminários
simultâneos ao evento principal e que contarão com apresença do Ministério da
Saúde, Secretaria Estadual da Saúde, FAMURS e várias instituições. São eles:
Seminário Nacional da Arterapia, Seminário Nacional da Ayurveda, Seminário
Nacional de Benzedeiras e Seminário Nacional de Implantação das Práticas
Integrativas nos municípios.
Na oportunidade, estará à disposição do público a Mostra
Holística, com dezenas de expositores que também estarão demonstrando suas
novas técnicas de terapia no mercado. A equipe do Hospital Divina Providência,
escolas, instituições e terapeutas, atenderão gratuitamente às pessoas nas
áreas de auriculoterapia, reiki, shiatsu, ayurveda, florais, pintura energética
da aura, jinshinjyutsu, ativação da consciência crística, entre outros.
Participarão como palestrantes, profissionais do Brasil e do
exterior, todos ligados à área das práticas integrativas em saúde. O encontro é
direcionado aos terapeutas holísticos, apreciadores do tema, acadêmicos e
profissionais de psicologia e área afins, pesquisadores, professores e
profissionais das áreas Médica, Engenharia, Arquitetura, Fisioterapia,
Enfermagem, Pedagogia, Saúde etc, além de secretários municipais de Saúde e de
Educação.
Para o deputado federal Giovani Cherini, presidente da
Frente Parlamentar de Práticas Integrativas em Saúde da Câmara Federal,
oencontro tem como objetivo, também, sensibilizar cada indivíduo sobre a
importância da espiritualidade, propiciando aos participantes reflexões e
vivências que os levem a encontrar caminhos que possibilitem, por meio do
despertar da consciência, do amor, da sabedoria e da ética inerentes a todos os
seres, restabelecer a saúde, o equilíbrio, o bem-estar e a qualidade de vida.
“Compreender o conceito de espiritualidade na família, no trabalho e na
política, no sentido de estimular as pessoas, as equipes e as organizações a
identificar e praticar ações de responsabilidade social, atuando,
conscientemente, com foco no servir, que é a chave do bem-estar, gerando
entusiasmo, determinação e realização”, resumiu o idealizador Giovani Cherini.
O símbolo do encontro, o “Prêmio Kokhmahá”, em sua quarta
edição, será entregue às entidades, instituições, veículos e pessoas que se
destacaram na aplicação de terapias integrativas no campo da saúde e do meio
ambiente.
Entre os palestrantes, destacam-se Alexandra Matveeva, que
falará sobre “O Avanço da Bioeletrografia e suas Aplicações”; o Dr Sérgio
Felipe Oliveira, que abordará o estudo da glândula pineal; o cientista Ricardo
Monezi, que versará sobre “Reiki: a ciência investigando a tradição”; Elma Santana
sobre “Benzedeira e benzeduras”; Dulce Ferraz, que falará sobre “Tecnologias de
GrigoriGrabovoi”; a Dra Rosângela Arnt, que abordará sobre “As essências
vibracionais com tecnologia quantum health modulando a saúde integral”; o Dr Wu
TouKwang sobre "Fitoterapia Chinesa - Um novo marco para o Brasil";
os Drs. José Ruguê Ribeiro Junior e Erick Schulzsobre “Ayurveda, uma forma
integral de cuidado com a saúde”; Jucelino Nóbrega da Luz sobre o tema “O mundo
não pode esperar por 2020”; Boris Petrovicsobre o tema "Energia Livre
Brasil”; Paulo Urban sobre "Psicoterapia do Encantamento e Mitologia
Pessoal - porque toda alma nasce constelada" etc.
Mais informações com o coordenador do evento, Roberto Rech,
pelos telefones (51) 8425-6027/32861221. As inscrições podem ser feitas pelo
site www.giovanicherini/encontroholisticoou pelo telefone (51) 3286-1221. O
ingresso corresponde a 2kg de alimentos não perecíveis ou de limpeza que serão
doados a diversas entidades filantrópicas.
Terezinha Tarcitano
Assessora de Imprensa
(51) 9929-4575
Inaugurada a nova unidade de beneficiamento de sementes da Cotrijal
Prestigiada pelo vice-governador do Rio Grande do Sul, José Paulo Cairoli, aconteceu na noite de ontem (23/02), a inauguração da nova Unidade de Beneficiamento de Sementes da Cotrijal. A solenidade reuniu cerca de 1.100 pessoas, a maior parte produtores da cooperativa que, com olhares curiosos e admirados ao ver a moderna infraestrutura, comemoraram a concretização de um de seus grandes sonhos.
O investimento, segundo o presidente da Cotrijal, Nei César Mânica, é fruto da visão da cooperativa de permanentemente buscar soluções que gerem e agreguem valor aos seus negócios e aos do produtor, contribuindo para o desenvolvimento do agronegócio como um todo. “Queremos entregar aos nossos produtores uma semente de qualidade ainda melhor para que possamos avançar mais em termos de produtividade”, afirmou.
O vice-governador elogiou o empreendedorismo da Cotrijal e disse que o Governo do Estado reconhece a importância do agronegócio para o Rio Grande do Sul. “É indo para a lavoura que vemos o avanço e por isso estamos aqui, para ver de perto mais uma iniciativa que mostra que é possível fazer um Rio Grande melhor. Vocês, produtores, fazem a diferença”, destacou José Paulo Cairoli, que estava acompanhado dos secretários da Agricultura, Ernani Polo; do Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo, Tarcísio Minetto; e dos Transportes, Pedro Westphalen.
A prefeita de Não-Me-Toque, Teodora Lütkemeyer, disse que a prefeitura, logo que recebeu o pedido de apoio da Cotrijal, em novembro de 2012, para o investimento, se prontificou em auxiliar no que era possível. “Era um projeto audacioso, mas que sabíamos do retorno que traria para o município e hoje vemos essa obra extraordinária concretizada. Mais uma vez a Cotrijal dá o exemplo”, elogiou.
O presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius e o presidente da Fecoagro, Paulo Pires, participaram da inauguração e representaram o cooperativismo gaúcho, acompanhados de dezenas de dirigentes cooperativistas. Também prestigiaram a solenidade autoridades municipais, lideranças de entidades do agronegócio, representantes de cooperativas, instituições de pesquisa e de extensão e parceiros nas áreas de grãos, insumos e comercial.
Dados na nova estrutura:
Área da UBS: 8,6 hectares
Área construída: 20.721,52 m²
Capacidade total de armazenagem: 628 mil sacos de 40 kg
Início da construção: janeiro de 2015
Empregos gerados: incremento de 20%
Valor investido: R$ 48 milhões
Com informações da assessoria de imprensa da Cotrijal / OCERGS - imprensa
segunda-feira, 21 de dezembro de 2015
Conselho Monetário Nacional aprova entidade de auditoria cooperativa
Brasília (18/12) – O Conselho Monetário Nacional realizou ontem (17/12) sua última reunião de 2015. Durante o encontro foi aprovada a Resolução nº 4.454/15, que trata da Auditoria Cooperativa no Sistema Nacional de Crédito Cooperativo. Segundo a norma expedida pelo órgão, todas as cooperativas de crédito, inclusive Confederações e Centrais, deverão ser objeto da auditoria.
Poderão executar estes serviços entidades formadas por Confederações de Centrais e por Centrais de Cooperativas de crédito, chamadas de Entidade de Auditoria Cooperativa (EAC), além de empresas de auditoria independente registradas na Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
As entidades deverão ser autorizadas pelo Banco Central do Brasil, após a comprovação de vários requisitos elencados na Resolução, dentre eles: existência de estrutura operacional e administrativa compatível com a atividade a ser desempenhada, inclusive no que se refere ao escopo, à área geográfica de atuação e à quantidade de cooperativas e confederações auditadas e designação de responsável técnico pelas atividades de auditoria cooperativa.
PRIMEIRA AUDITORIA – O cronograma estipulado pela Resolução para a conclusão da primeira auditoria cooperativa é o seguinte:
a) Até 31 de dezembro de 2016, para as confederações de centrais e para as cooperativas de crédito plenas integrantes de sistemas de três níveis;
b) Até 31 de dezembro de 2017, para as cooperativas centrais de crédito, para as demais cooperativas de crédito plenas e para as cooperativas de crédito clássicas integrantes de sistemas de três níveis; e
c) Até 31 de dezembro de 2018, para as demais cooperativas de crédito.
DISPENSA – A norma altera, também, o artigo 43 da Resolução CMN 4.434/15, inserindo o §3º para dispensar as cooperativas enquadradas na categoria Capital e Empréstimo de contratarem os trabalhos de auditoria externa.
Fonte OCB
quarta-feira, 16 de dezembro de 2015
CCJ aprova emissão de títulos por cooperativas agrícolas
CCJ aprova emissão de títulos por cooperativas agrícolas
Deputado Giovani Cherini (PDT/RS) foi o relator da matéria
A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) aprovou, nesta terça-feira, 15, o relatório do deputado federal Giovani Cherini (PDT/RS), ao Projeto de Lei 5652/09, do Senado, que autoriza as cooperativas agrícolas, agroindustriais e de crédito, as associações de produtores rurais e outras pessoas jurídicas que operem no setor agroindustrial a emitir, sem intermediação de instituição financeira, títulos de crédito denominados títulos da dívida de agronegócios.
O objetivo é incrementar o financiamento da expansão da produção, melhorar as condições de comercialização e reduzir o custo das atividades. Pela proposta, os papéis terão prazo de resgate máximo de três anos e serão emitidos em nome do credor, mas poderão ser negociados por meio de endosso (assinatura do credor normalmente no verso do documento), inclusive em pregões de bolsas de mercadorias.
Giovani Cherini explica que o valor de face do título múltiplo de R$ 1 mil e será indexado a preços de produtos agropecuários in natura, e o rendimento será por deságio sobre o valor nominal ou por taxa de juros pré-fixada. O emissor do título poderá resgatá-lo pelo valor nominal ou pelo valor nominal acrescido de juros pré-fixados, conforme tiver sido definido.
Haverá ainda a possibilidade de o título ser resgatado por meio de produtos agropecuários “in natura” predeterminados. Será considerada, nesse caso, a média dos respectivos preços no semestre anterior ao do vencimento.
A instituição que pretender emitir títulos da dívida do agronegócio poderá direcioná-los para investidores específicos ou distribui-los em leilões públicos, dos quais poderão participar pessoas físicas ou jurídicas habilitadas a operar no mercado financeiro.
Proposta segue para análise do Plenário da Câmara
sexta-feira, 20 de novembro de 2015
Sicredi Pioneira RS é reconhecida com o Prêmio Sescoop Excelência de Gestão
Primeira cooperativa de Crédito da América Latina, a Sicredi
Pioneira RS, com sede na região das Hortênsias, em Nova Petrópolis, conquistou
mais uma vez o troféu do Prêmio Sescoop Excelência de Gestão, promovido pelo
Sistema OCB, em parceria com a Fundação Nacional da Qualidade (FNQ). A
cerimônia de entrega aconteceu na noite dessa terça-feira (17/11), em Brasília
(DF).
Em sua segunda edição, o Prêmio contou com 246 cooperativas
inscritas e reconheceu as melhores práticas de gestão e governança de 32
cooperativas de todo o País. “As 32 cooperativas reconhecidas com o Prêmio
representam o universo do cooperativismo brasileiro. Hoje, mais de mil
cooperativas de todo o País já participam do Programa de Desenvolvimento da
Gestão das Cooperativas (PDGC). E nossa expectativa é de que, em cinco anos, as
mais de seis mil cooperativas do País tenham aderido ao Programa”, ressalta o
presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas.
Com um quadro de 110 mil associados e 510 colaboradores, a
Sicredi Pioneira foi reconhecida na faixa Prata, representando o Rio Grande do
Sul na premiação. O presidente da Cooperativa, Márcio Port, recebeu o troféu
das mãos do embaixador especial do Cooperativismo da Organização das Nações
Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) e coordenador do Centro de
Agronegócio da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Roberto Rodrigues. Além de Port,
o evento também contou com a presença do diretor executivo da Cooperativa,
Solon Stahl.
“A premiação recebida pela Sicredi Pioneira simboliza um
trabalho de qualificação da Cooperativa e de seus diversos agentes que atuam no
processo cooperativo da Pioneira: associados, colaboradores, dirigentes e
comunidade em geral”, afirma o presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS,
Vergilio Perius.
Sobre o Prêmio
O Prêmio Sescoop Excelência de Gestão visa ao reconhecimento
e ao incentivo das melhores práticas de gestão e governança de cooperativas
participantes do Programa de Desenvolvimento da Gestão das Cooperativas (PDGC).
As cooperativas são reconhecidas nas faixas Ouro, Prata e
Bronze. Também são escolhidos um vencedor no Destaque Governança e outro no
Destaque Melhoria Contínua.
O PDGC segue o modelo de excelência da gestão da Fundação
Nacional da Qualidade (FNQ). As cooperativas inscritas passam por uma sequência
de avaliação e consultoria para mapear pontos fortes e oportunidades, criando
processos de otimização e, muitas vezes, de reestruturação.
Boas Práticas - O Prêmio Sescoop Excelência de Gestão contou
ainda com o lançamento do Compêndio de Boas Práticas de Gestão e Governança
(ciclo 2013/2014).
Publicado pelo Sistema OCB, o Compêndio é um banco de
conhecimentos sobre o trabalho desenvolvido pelas cooperativas reconhecidas nas
categorias Prata e Ouro da primeira edição do Prêmio Sescoop Excelência de
Gestão, em 2013.
Fonte: assessoria imprensa OCERGS
sexta-feira, 13 de novembro de 2015
PREMIO COOPERATIVISMO ENCERRA DOMINGO
Termina neste domingo, 15, o prazo de inscrições ao Prêmio
Cooperativismo Gaúcho de Jornalismo. A promoção é realizada pela Ocergs, em
parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Rural e Cooperativismo (SDR).
quinta-feira, 12 de novembro de 2015
Cooperativas do Rio Grande do Sul estão entre as melhores empresas para se trabalhar
O cooperativismo congrega princípios e valores que
contribuem para a segurança e o bem-estar das pessoas através da geração de
empregos, renda e do desenvolvimento das comunidades em que atua. O movimento
cooperativo gera desenvolvimento socioeconômico e também propicia felicidade
para os associados e colaboradores. E para reforçar esse conceito, a revista
Você S/A divulgou na semana passada o ranking das 150 melhores empresas para se
trabalhar.
Ao todo, a publicação conta com 25 categorias – uma delas é
“Cooperativas”. Nesse estudo, a revista traça um comparativo entre centenas de
empresas, analisando quesitos como oportunidades de plano de carreira,
salários, chefes parceiros e qualidade de vida.
Para chegar ao ranking, a equipe da revista utilizou um indicador
chamado Índice de Felicidade Total (IFT), que gera uma nota e classifica as
companhias participantes da publicação. O ranking das 150 campeãs tem a
presença de 18 cooperativas, cinco delas com sede ou atuação no Rio Grande do
Sul: Unimed Vales do Taquari e Rio Pardo (VTRP), Sicredi, Unimed Missões,
Unimed Central de Serviços e Unimed Porto Alegre.
As boas práticas de gestão e governança cooperativista e o
crescimento do setor são representados no ranking através do desempenho obtido
pelas cooperativas. A lista da categoria “Cooperativas” possui o maior número
de ranqueadas.
Ramo Saúde
O destaque fica por conta do ramo Saúde, com a presença de
quatorze cooperativas do Sistema Unimed, entre as quais aparecem quatro
cooperativas gaúchas.
Pela 12ª vez a Unimed VTRP figura neste ranking. Primeira
cooperativa do ramo Saúde no Rio Grande do Sul, a Unimed VTRP aparece em 2015
no primeiro lugar, com um ITF de 81,76.
Segundo o diretor de Desenvolvimento da Unimed VTRP, Claus
Dieter Dummer, a premiação de melhor cooperativa para trabalhar no Brasil
demonstra o engajamento dos colaboradores com os princípios do cooperativismo.
“Para uma cooperativa de médicos como a nossa, que trabalha com prestação de
serviços de saúde e dedica-se a cuidar das pessoas, é fundamental poder contar
com colaboradores que estejam alinhados aos nossos princípios, cada vez mais
motivados, satisfeitos, e que tenham empatia ao atender o cliente”, observa o
dirigente. Como reflexo dessa preocupação constante, a organização aumentou sua
nota final no guia em relação ao ano anterior, passando de 77,5 para 81,8.
Ramo Crédito
Em alguns casos, como no segmento bancário, se as
cooperativas de Crédito Sicredi e Sicoob São Miguel tivessem suas notas ao lado
dos melhores colocados na categoria Bancos, ocupariam o primeiro e o segundo
lugares.
Outro item que chama a atenção diz respeito à média dos IFTs
das cooperativas: 77,12. Essa nota é superior aos primeiros colocados em
categorias como consultorias, e-commerce e indústria automotiva.
O presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas,
avaliou o desempenho das cooperativas. Para ele, este é o reflexo das
exigências do mercado consumidor. “É uma grata surpresa ver que cooperativas
têm notas acima da média de muitos segmentos destacados na publicação, afinal
de contas, elas têm trabalhado muito tanto para rever seus processos e, assim,
melhorar sua gestão, quanto cumprir seu principal objetivo: cuidar de pessoas”,
comenta Freitas.
Fonte: site OCERGS
quarta-feira, 4 de novembro de 2015
Ramos Educacional e Trabalho mostram sua força econômica
As cooperativas educacionais e de trabalho geram renda e
formam os profissionais que o mercado demanda cada vez mais, tanto no
cooperativismo quanto em outros setores econômicos. E os números só comprovam
isso. Segundo dados da Organização Internacional da Industria, Artesanal e
Cooperativas de Produtores de Serviços (Cicopa), ao redor do mundo 250 milhões
de pessoas estão empregadas no ambiente cooperativista, ou seja, dentro de
cooperativas ou nos elos da cadeia de seus fornecedores.
O número foi um dos destaques do Encontro dos Ramos
Educacional e Trabalho, realizado hoje em Brasília, pelo Sistema OCB. O tema do
encontro foi: Oportunidades e Desafios para o Desenvolvimento do País. O evento
teve por objetivo apresentar as peculiaridades do cooperativismo e debater o
potencial contributivo destes dois segmentos – Educacional e Trabalho – para o
enfrentamento da crise econômica vivenciada pelos brasileiros.
Do evento participaram cooperativistas de diversas partes do
país e do mundo, como o secretário geral da Cicopa, Bruno Roelands; o
secretário de Assuntos Econômicos da Federação de Cooperativas de Produção do
Uruguai, Luis Maria Alvez Marin, e a vice-presidente da Comissão de
Cooperativismo da Malásia, Hajah Hawa Binti Mohamed Salleh, que explanaram sobre
a realidade do cooperativismo em seus países. Representando o estado do Rio
Grande do Sul participaram a diretora da Ocergs, Margaret Garcia da Cunha, o
presidente da Coeducars, Ricardo Lermen, e a associada da Cootravipa, Elisabete
dos Santos Freitas.
O encontro foi aberto pelo superintendente do Sistema OCB,
Renato Nobile que fez questão de ressaltar a contribuição destes dois ramos
para o cooperativismo brasileiro.
“As cooperativas educacionais têm focado sua atuação no
ensino de qualidade a preço justo. Para além disto, elas promovem remuneração
digna aos professores e, ainda, constituem ferramentas indispensáveis nos
processos de aprendizagem, inclusão e fortalecimento do mercado de trabalho
formal. Da mesma forma, o Ramo Trabalho, apresenta à sociedade uma proposta
diferenciada, de inserção econômica e social. Em consequência disso, está
conquistando um número cada vez maior de cidadãos identificados com a filosofia
cooperativista. Seus cooperados mostram, diariamente, sua força de trabalho,
oferecendo serviços diferenciados como consultoria de informática e engenharia,
segurança e limpeza”, declara o superintendente.
EMPREGABILIDADE – O secretário geral da Cicopa, Bruno
Roelands, apresentou dados de uma pesquisa realizada pela entidade, com 10
países do mundo, inclusive o Brasil. Segundo o levantamento, 12% da população
empregada formalmente no grupo do G20 estão dentro de cooperativas. Em relação
às outras nações, o número de empregos formais gerados por cooperativas é de
15,6 milhões.
“A pesquisa também apontou outra questão, ouvindo os
fornecedores que têm 50% de sua produção destinada às cooperativas. A
constatação foi de que 224 milhões de empregos são gerados, indiretamente, em
função do atendimento ao setor cooperativo”, informa Bruno Roelands.
DIREITO AO TRABALHO – Para o procurador do Ministério
Público do Trabalho da 11ª Região, Jeibson dos Santos Justiniano, convidado
para o painel Cooperativismo e Direito ao Trabalho: Desafio cotidiano na esfera
judiciária, o movimento cooperativista é um modelo econômico que dá direito ao
trabalho. “Não consigo imaginar um modelo de distribuição de riqueza melhor do
que o cooperativismo. De todos os tipos de relação de trabalho, o presente nas
cooperativas, é o mais socialmente justo, pois todo o resultado econômico
obtido é distribuído entre os diversos trabalhadores cooperados”.
OUTRAS OPINIÕES
PROTAGONISMO - “O país tem vivido um momento crítico em sua
economia e nós, que temos os princípios cooperativistas em nosso DNA,
precisamos aproveitar estes momentos de turbulência para repensar nossas
atitudes e, assim, reconstruir tudo que pudermos de forma participativa,
contituindo os melhores cenários para o desenvolvimento do cooperativismo
nacional e fortalecimento da economia.” Petrucio Magalhães Júnior – presidente
do Sistema OCB/AM e representante do ramo Trabalho junto à Diretoria da
OCB
FUTURO – “As discussões de hoje deverão nortear a projetar
as nossas ações de agora em diante, especialmente neste momento de crise
econômica. Aliás, neste ambiente de turbulências é que precisamos fazer a nossa
parte, mostrando à sociedade o quanto o nosso movimento é justo, transparente,
inclusivo e atuante.” Ricardo Lermen – Representante Nacional do Conselho
Consultivo do Ramo Educacional
COMPROMISSO - “Não tenho dúvida de que, se há um setor que
pode oferecer respostas à crise econômica do país, por meio da geração de
emprego e renda principalmente aos jovens, é o cooperativismo. Então, que
assumamos este papel, pois só assim prosperaremos.” Geraldo Magela – coordenador
do Conselho Consultivo do Ramo Trabalho
ESSÊNCIA - “A melhor resposta que podemos dar à crise que
assola não só o Brasil, mas o mundo, é gerar empregos e cuidar das pessoas. É
isso que fazemos essencialmente.” Bruno Roelands – secretário geral Organização
Internacional da Industria, Artesanal e Cooperativas de Produtores de Serviços
(Cicopa)
COOPERAÇÃO – “Em tempos de crise global, como o que
vivenciamos atualmente, nada melhor do que cooperar, aliás, a vida carece
cooperação.” Luis Maria Alvez Marin - secretário de Assuntos Econômicos da
Federação de Cooperativas de Produção do Uruguai
PROSPERIDADE - “Se você tem um grupo de pessoas, você tem
uma escolha: o cooperativismo. Prosperar depende disso!” Hajah Hawa Binti
Mohamed Salleh - vice-presidente da Comissão de Cooperativismo da Malásia
EXERCÍCIO DA COOPERAÇÃO – O painel Cooperativismo na
prática: conhecimento gerado no exercício da cooperação, foi realizado com a
participação de representantes das cooperativas que apresentaram seus cases.
São eles:
- Márcia Benke - Cooperativa de Ensino de Língua Estrangeira
Moderna (COOPLEM);
- Gleidson Helena Martins - Cooperativa de Trabalho
Educacional Colégio Professor Clóvis Tavares Pró Uni Ltda;
- Maria José de Faria Leite – Cooperativa Educacional de São
Roque de Minas (CES);
- Antônio Francisco Martin Rolim – Centro Paula Souza;
- Elisabete dos Santos Freitas – Cooperativa de Trabalho,
Produção e Comercialização dos Trabalhadores Autônomos das Vilas de Porto
Alegre (COOTRAVIPA);
- Luciano Ferreira Lopes – Cooperativa de Trabalho dos
Profissionais de Agronomia (UNICAMPO);
- Márcia Mamede de Brito – Cooperativa de Trabalho de
Produção Aliança de Catadores de Resíduos Recicláveis do Estado do Amazonas
(Aliança);
- Claudinéia Alvarenga da Silva – Cooperativa Árvore da Vida
(Cooperárvore).
Fonte: OCB
sexta-feira, 30 de outubro de 2015
segunda-feira, 5 de outubro de 2015
Café da manhã com Ocergs discute repasses ao Sistema S
![]() |
| Giovani Cherini vai trabalhar pela manutenção dos recursos |
O deputado federal
Giovani Cherini (PDT), coordenador da Bancada Gaúcha Federal e vice-presidente
da Frente Parlamentar Cooperativista (Frencoop Nacional) participou de um café
da manhã nesta segunda-feira, 5, em Porto Alegre, com a diretoria do Sistema
Ocergs/Sescoop-RS. Na oportunidade, foi debatida a proposta do governo federal
que pretende reduzir em 30% os repasses ao Sistema S.
Com a participação de
outros deputados federais e deputados estaduais, foram apresentadas algumas
estratégias para enfrentar a situação, pois há sustentação de que o Sescoop/RS
aplica com responsabilidade seus recursos no desenvolvimento de suas ações. A
Ocergs afirma que qualquer redução causará sérios impactos nas suas atividades
que correspondem a serviços de natureza pública.
De acordo com Giovani
Cherini, a ideia é trabalhar pela manutenção dos recursos ao Sistema S. No Rio
Grande do Sul, o Sescoop/RS já qualificou 393.780 associados e empregados das
cooperativas em sua área de formação profissional e executa cursos de graduação
e pós-graduação, cujos alunos contam com subsídio de 70% do valor das
mensalidades. Na área de monitoramento, mantém a profissionalização através de
ações que promovem a adoção de boas práticas de governança.
Giovani Cherini vai trabalhar pela manutenção dos recursos
terça-feira, 29 de setembro de 2015
Cooperativas de catadores poderão participar de prêmio nacional
Municípios
ou consórcios intermunicipais que atuam com práticas de inclusão socioeconômica
de catadores de materiais recicláveis podem se candidatar até o dia 1º de
novembro, na terceira edição do Prêmio Cidade Pró-Catador. A iniciativa é
promovida pela Secretaria-Geral da Presidência da República e pela Fundação
Banco do Brasil (FBB), em parceria com o Movimento Nacional dos Catadores de
Materiais Recicláveis (MNCR) e o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada
(Ipea).
Para
que as cooperativas de catadores de materiais recicláveis tenham a chance de
participar é necessário que a prefeitura do município em que atuam proceda à
inscrição. Para o Sistema OCB, essa participação visa o estreitamento dos laços
entre cooperativas e poder público municipal, e ao estímulo à publicidade de
boas práticas em prol do desenvolvimento tanto do meio ambiente quanto das
pessoas.
Serão
quatro categorias de premiação conforme a estimativa da população municipal. Os
critérios para a seleção são: inclusão socioeconômica dos catadores,
sustentabilidade, caráter inovador, replicabilidade, impacto no público-alvo,
integração com outras políticas, participação da comunidade, existência de
parcerias e escopo do projeto.
PREMIAÇÃO
- As iniciativas vencedoras devem apresentar uma proposta de investimento
social à Fundação BB, no valor de até R$ 120 mil, por meio de projeto da
prefeitura, cooperativa ou associação de catadores participantes da iniciativa.
O recurso poderá ser utilizado tanto para o desenvolvimento de algum programa a
ser implementado ou até mesmo para o fortalecimento de ações que já são
executadas.
SUCESSO
- O termo de cooperação para validação do edital foi assinado no dia 21/9 pelo
ministro Miguel Rossetto (SG) e pelo presidente da FBB, José Caetano Minchillo.
A premiação, segundo o ministro, é uma homenagem às experiências que dão certo
e que demonstram a viabilidade de associar políticas de qualidade ambiental com
inclusão social. “A terceira etapa do prêmio mostra o quanto avançamos e
consolidamos as boas práticas que estimulam a geração de emprego e renda,
dignidade e a organização social de catadoras e catadores. O Prêmio Cidade
Pró-Catador representa o avanço na Política Nacional de Resíduos Sólidos do
País”, avalia Rosseto.
CONHEÇA
O PRÊMIO - A primeira edição do Prêmio Cidade Pró-Catador foi lançada em
setembro de 2013 e contou com inscrição de 63 municípios, dos quais dez foram
selecionados na primeira etapa. As iniciativas foram avaliadas in loco por uma
comissão de técnicos do governo federal, que escolheu as quatro que mais se
destacaram no desenvolvimento de políticas públicas junto aos catadores de
materiais recicláveis – Arroio Grande (RS), Bonito de Santa Fé (PB), Crateús
(CE) e Ourinhos (SP).
A
segunda edição do Prêmio Cidade Pró-Catador teve como público-alvo municípios
ou consórcios intermunicipais. Foram mais de 80 inscrições em quatro
categorias, definidas conforme o tamanho dos municípios, com 12 cidades
selecionadas para avaliação in loco e quatro iniciativas vencedoras – Londrina
(PR), Santa Cruz do Sul (RS), Manhumirim (MG) e Brazópolis (MG). As iniciativas
contempladas receberam como prêmio a possibilidade de apoio a um projeto para
aperfeiçoarem suas experiências de inclusão social e econômica de catadores de
materiais recicláveis.
Fonte:
OCERGS
segunda-feira, 10 de agosto de 2015
Sulgás busca parcerias com cooperativas
Com o objetivo de apresentar o projeto da Companhia de Gás do Estado
do Rio Grande do Sul (Sulgás) e do Governo do Estado às cooperativas
agropecuárias, a Organização das Cooperativas do Estado do Rio Grande do Sul
(Ocergs) promoveu nesta quinta-feira (6/8), no Centro de Formação Profissional
Cooperativista, em Porto Alegre, um encontro entre a empresa responsável pela
comercialização e distribuição de gás natural canalizado no Estado com
representantes da CCGL, Cooperativa Piá e Cosuel.
A reunião serviu para aproximar as cooperativas e a Sulgás, no sentido
de iniciarem as conversas para uma possível negociação futura. A Companhia
demonstra interesse na compra de biogás produzido pelas cooperativas,
principalmente pela força e representatividade do ramo Agropecuário na economia
e no desenvolvimento do Estado.
Nesse sentido, o presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio
Perius, destacou que a função da entidade é proporcionar o encontro para que as
propostas sejam apresentadas. “A Ocergs prepara os ambientes de negócios, o
entendimento é direto com as empresas e as instituições”, disse.
O diretor de Administração e Finanças da Sulgás, Luiz Irineu Schenkel,
agradeceu a oportunidade de apresentar o projeto da empresa e do Governo do
Estado. Ele destacou os problemas e as dificuldades enfrentadas no fornecimento
de gás no Rio Grande do Sul, que atualmente vem principalmente da Bolívia.
Segundo Schenkel, a Sulgás possui condições de resolver um grande
problema ambiental, de transformar resíduos e dejetos animais em renda. “Nós
podemos transformar emprego em geração de energia e geração de renda”, afirmou.
Projeto do Biogás em Teutônia chama atenção da Sulgás
O diretor da Companhia de Gás do RS explicou que o lançamento do
projeto do Biogás em Teutônia, desenvolvido pela Cooperativa Languiru por meio
do acordo de cooperação bilateral entre a Confederação das Cooperativas da
Alemanha (DGRV) e o Sistema Ocergs-Sescoop/RS, chamou sua atenção para o
potencial das cooperativas. Segundo ele, a Sulgás tem a condição de comprar o
gás produzido através do processo de transformação do biogás em energia.
Schenkel ressaltou que a Sulgás já possui alguns projetos avançados
para as empresas que têm interesse em vender o gás produzido, e disse que o
interesse da empresa é construir parcerias e resolver problemas ambientais.
“Nada melhor do que nós termos as cooperativas como nossas parceiras”,
complementou.
Na sequência, foi a vez da gerente de Planejamento de Mercado e Novos
Negócios da Sulgás, Jucemara Rolim Bock, que explanou sobre o projeto do
Governo do Estado, as intenções da Companhia e como a empresa se posiciona.
Jucemara afirmou que a empresa se coloca à disposição das cooperativas para a
composição de parcerias no desenvolvimento de estudos técnicos sobre a produção
de biogás.
Ela falou sobre os substratos que a Sulgás têm, qual o potencial de
produção estimado para o Rio Grande do Sul, as aplicações do gás produzido a
partir dos substratos, os benefícios, todas as ações que estão em
desenvolvimento e também explanou sobre o Programa Gaúcho de Biometano,
desenvolvido pela Sulgás junto com outras entidades e Secretarias do Estado.
Jucemara apresentou o potencial teórico da produção de biometano no
Estado e destacou que os dejetos da agricultura e da pecuária tem um potencial
de gerar 1,2 milhão metros cúbicos diários (m3/dia) de gás; aterro sanitário
200 mil m3/dia; estação de tratamento de esgoto 90 mil m3/dia; glicerina em
torno de 180 mil m3/dia e resíduos da agroindústria alimentícia 600 mil m3/dia.
Cenário da Produção Energética na Alemanha
Após, o coordenador do projeto de cooperação da DGRV, Arno Boerger,
abordou a Política de Energias Renováveis na Alemanha. O dirigente disse que a
Lei das Energias Renováveis EEG 2000 prevê a saída da energia atômica no país
europeu até 2022, bem como a substituição dessa energia e da fóssil por biogás,
eólica, hídrica e solar.
O encontro também contou com a participação do vice-presidente da
Cosuel, Pascoal Fertoldi; secretário da cooperativa Piá e presidente da Câmara
Temática do Leite da Ocergs, Jeferson Smaniotto; diretor executivo da
FecoAgro/RS, Sérgio Feltraco; coordenador de Novos Negócios e Tecnologias da
Sulgás, Charles de Souza Netto, além de técnicos da CCGL, Piá e do Sistema
Ocergs-Sescoop/RS.
Fonte: assessoria de imprensa da OCERGS
terça-feira, 28 de julho de 2015
Prazo de inscrições para Prêmio de Responsabilidade Social encerra esta semana
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| As cooperativas interessadas em se inscreverem para a 16ª edição do Prêmio de Responsabilidade Social devem se apressar. O prazo de inscrições encerra nessa sexta-feira (31/7). |
As
cooperativas interessadas em se inscreverem para a 16ª edição do Prêmio de
Responsabilidade Social devem se apressar. O prazo de inscrições encerra nessa
sexta-feira (31/7).
Realizado
pela Assembleia Legislativa do RS, em parceria com o governo estadual e
diversas instituições, dentre essas o Sistema Ocergs-Sescoop/RS, em 2015, o
Prêmio tem como tema norteador “Inovação em Práticas de Responsabilidade
Social”.
Podem
realizar inscrições empresas privadas, sociedades cooperativas, organizações
governamentais, prefeituras, instituições de ensino e entidades sem fins
lucrativos.
A seleção é
feita através de uma comissão mista que, formada por representantes de 16
entidades e instituições da sociedade civil, avalia os investimentos das
organizações inscritas em ações sociais e confere os certificados, os troféus,
as menções especiais e os diplomas.
As
inscrições podem ser feitas através do site www.al.rs.gov.br/premios.
O que é o
Prêmio de Responsabilidade Social
O prêmio
incentiva as organizações gaúchas a realizarem projetos voltados para a
promoção do bem-estar da sociedade e para a preservação do meio ambiente. Desde
2012, foi incluída a categoria Sociedades Cooperativas.
TEMA NORTEADOR
Inovação em
Práticas de Responsabilidade Social. Os
projetos institucionais com foco em inovação deverão ser apresentados de acordo
com a seguinte estrutura: Visão geral, equipe de trabalho, objetivos, público
de interesse, cronograma, valor investido e continuidade do projeto.
PREMIAÇÕES
Certificado
de Responsabilidade Social – Receberão todas as organizações que informarem seu
balanço social, atingindo pontuação mínima em relação aos indicadores;
Medalha de
Responsabilidade Social – Receberão todas as organizações que informarem seu
balanço social, no limite máximo de 20% (vinte por cento) do total das
organizações certificadas com melhor pontuação;
Troféu de
Responsabilidade Social/Destaque RS – Serão agraciadas as organizações que
apresentarem, em cada categoria, o melhor nível de desempenho. Para concorrer a
esse troféu, é preciso informar o balanço social e o relatório de
responsabilidade social e não terem sido agraciadas com o referido troféu nas
duas últimas edições;
Menção
Especial / Troféu Destaque RS – as organizações que desejarem concorrer a esse
destaque, deverão descrever seus cases em formulário específico, disponível no
sistema de inscrição;
Certificado
Mérito Social – Receberão os profissionais de contabilidade responsáveis pelo preenchimento
do balanço social;
Categorias
Entidades
sem fins lucrativos com receita anual de até R$500.000,00;
Entidades
sem fins lucrativos com receita anual acima de R$500.000,00;
Entidades
governamentais (empresas públicas, autarquias, fundações, etc.);
Grandes
empresas;
Instituições
de ensino fundamental, médio, técnico e profissionalizante;
Instituições
de ensino superior, médias empresas, municípios, pequenas e microempresas,
Sociedades
cooperativas.
Para mais
informações entre em contato com o Departamento de Relações Públicas e
Atividades Culturais da Assembleia Legislativa do RS, através dos telefones
(51) 3210-1247, (51) 3210-1129, (51) 3210-1112 ou pelo e-mail
responsabilidade.social@al.rs.gov.br. (FONTE: OCERGS)
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