- Emiliano José Klafke Limberger nasceu em 18 de outubro de 1927 na localidade de Rincão Del Rei, em Rio Pardo, e estava com 95 anos de idade, Teve quatro filhos com Ingona Forster Limberger, já falecida: Alberto, Virgínia, Fernando e Beatriz.
Em três meses de execução, o Coleta Tri já cadastrou cerca de 500 estabelecimentos entre lojas e condomínios, aumentando assim, o volume de resíduos recolhidos e garantindo maior segurança e conforto para donos de estabelecimentos comerciais e residenciais de Porto Alegre.
O Coleta Tri é uma iniciativa da Cooperativa dos Trabalhadores Autônomos das Vilas de Porto Alegre – Cootravipa – em parceria com a Prefeitura Municipal, com o objetivo de captar e conscientizar os grandes geradores de resíduos da capital – condomínios, shoppings, supermercados, centros comerciais – para que os resíduos recicláveis desses locais sejam entregues para a Coleta Seletiva da Prefeitura, garantido assim que o destino dos resíduos seja as Unidades de Triagem (UTs)- instituições contratadas e fiscalizadas pelo município, formadas por trabalhadores moradores da periferia da cidade, que tem como meio de subsistência a triagem e a venda desse material. Anteriormente, muito desse material tinha como destino a coleta irregular, que era revendida para terceiros, prejudicando o trabalho nas UTs.
Tecnologia
Por meio de um aplicativo, desenvolvido pela Cootravipa, agentes de relacionamento – que realizam uma busca ativa pela cidade – cadastram os estabelecimentos que aceitarem entregar o resíduo reciclável regularmente para a Coleta Seletiva. O sistema acompanha a frequência e o volume das coletas, entregues pelos grandes geradores, através de um QR Code, instalado na entrada dos locais e por fotos.
Além disso, um chat de atendimento é colocado à disposição desses geradores, para dúvidas e reclamações sobre a coleta. Os geradores de resíduos também recebem um cartão-semente com um QR Code que leva a uma animação e um e-book com apresentação do caminho correto dos resíduos recicláveis e suas vantagens, bem como o caminho irregular e seus prejuízos para a economia, sociedade e meio ambiente.
Conforme a diretora-presidente da Cootravipa, Imanjara Marques de Paula, a intenção desse projeto é desenvolver uma parceria junto aos geradores de resíduos, transformando-os em parceiros de nossa cidade através do ciclo virtuoso da sustentabilidade, oferecendo um canal de comunicação direta que permite o estabelecimento de vínculo entre esses novos parceiros da cidade e a coleta seletiva de resíduos recicláveis da Porto Alegre. “Já podemos dizer que o saldo é positivo. O conjunto de ações já está aumentando o volume de resíduos recicláveis entregues a coleta oficial da cidade e, dessa forma, estamos conseguindo suprir, com mais material, as unidades de triagem que dependem dessa coleta, garantido assim, trabalho e renda às famílias”, finaliza.
Quem pode se cadastrar?
> Qualquer gerador de resíduos que possua CNPJ
Como se cadastrar?
> Baixe o aplicativo da Coleta Tri no celular Android, através do Play Store.
> Clique na opção “solicitar cadastro”
> Preencha os dados necessários
> Aguarde a visita de nossos agentes para explicarem como funciona os serviços prestados pela coleta seletiva e concluírem o cadastro.
Fonte: Assessoria de Comunicação Cotravipa
Nas faturas com vencimento em fevereiro, 1.805 associados da Creral irão receber o desconto relativo ao bônus concedido pelo Programa de Incentivo à Redução Voluntária do Consumo de Energia Elétrica. Os descontos chegam até R$ 5.891,00 conforme a quantidade de quilowatts economizados. O valor total a ser pago chega a R$ 216.081,00 representando cerca 432 mil kWh economizados no período de quatro meses de vigência do programa.
O programa foi criado pela a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), como uma alternativa para auxiliar na economia do uso de energia elétrica, em razão da crise hídrica enfrentada desde o segundo semestre do ano passado. E era válido para as unidades consumidoras de baixa tensão (grupo B) e de alta tensão (grupo A), das classes industrial, comercial, residencial e rural.
Para ter direito ao bônus, o usuário deveria reduzir o consumo de energia elétrica em, no mínimo, 10%, com limite de 20%, entre os meses de setembro a dezembro de 2021, em comparação ao mesmo período de 2020. As faturas com os descontos já estão sendo entregues aos associados da Cooperativa que economizaram energia.
Fonte: Assessoria de Comunicação Creral
Presente em todos os estados do País e no Distrito Federal, o Sicoob alcança a marca de 6 milhões de cooperados. É a segunda instituição financeira com o maior número de pontos de atendimento no Brasil. São 3.666 agências em mais de 2 mil municípios. Em 300 deles, o Sicoob é a única instituição financeira.
Em todo o País, o Sicoob é composto por um Centro Cooperativo (CCS), uma confederação e um banco cooperativo, 357 cooperativas singulares, 16 Centrais, além de processadora e bandeira de cartões, administradora de consórcios, entidade de previdência complementar, seguradora e um instituto voltado para o investimento social.
Referência no cooperativismo, o Sistema tem como propósito conectar pessoas para promover justiça financeira e o desenvolvimento econômico e social de pessoas e comunidades. Grande parte das cooperativas do Sicoob permitem a livre-admissão, ou seja, são abertas a qualquer pessoa física ou jurídica que queira ser um cooperado.
Entre os serviços prestados, estão conta corrente, cartões de débito e crédito, crédito pessoal, imobiliário, rural e empresarial, previdência, consórcios, financiamentos, investimentos, seguros, adquirência (por meio das maquininhas Sipag), marketplace e programa fidelidade (com o Coopera), entre outros.
Além disso, o Sicoob conta com um robusto sistema de atendimento digital, no qual os cooperados podem realizar suas transações financeiras de onde estiverem, pelo App Sicoob, ou pelo internet banking.
Fonte: Sicoob – Assessoria de Imprensa (com acréscimo do Sicoob Central SC/RS).
| Deputado Federal Giovani Cherini – Coordenador da Bancada Gaúcha no Congresso nacional. Presidente do PLRS. Graduado e Pós-graduado em Cooperativismo. |
Quando presidi a Assembleia Legislativa, em 2010, sob o lema Cooperação o Rio Grande acima das diferenças, reunimos, por algumas vezes, à mesma mesa, a Governadora Yeda Crusius, a procuradora-geral de Justiça, Simone Mariano da Rocha, os presidentes do Tribunal de Contas do Estado, João Osório Ferreira Martins, do Tribunal de Justiça do RS, desembargador Leo Lima, e a defensora Pública do Estado, Maria de Fátima Záchia Paludo. Estava lançada a ideia da união dos poderes. Estava lançada a ideia de um Rio Grande acima das diferenças. Naquela oportunidade, ajudamos a melhorar o cenário político, o que não teria sido possível sem o aprofundamento das relações com os demais Poderes e com as diversas representações da sociedade. O Palácio Farroupilha foi palco de inúmeras audiências com servidores, empresários e comitivas de diversos rincões do Estado.
Que tal reativarmos o espírito cooperativo? As pessoas precisam dar as
mãos e viver em cooperação. Estamos vivendo num mundo completamente
fragmentado, onde é constante a luta de uma ideologia contra outra, uma classe
contra a outra, um segmento contra o outro, o que faz aumentar o afastamento de
familiares, indivíduos e comunidades entre si, aumentando o distanciamento, o
alheamento e a competição destrutiva. Não podemos negar a nossa tradição
divisionista destacada até pelo saudoso cantor Teixeirinha quando afirmou que
“Deus é gaúcho, de espora e mango, foi maragato ou foi chimango”. Colorados de
um lado, gremistas de outro. Não vamos conseguir a união, a compreensão, a
harmonia, acabar com os desentendimentos, se cada um de nós se isolar numa
ideologia, num princípio, ou numa disciplina, num segmento, numa crença, num
dogma – quando não num preconceito! – desprezando o princípio da cooperação,
que significa agir juntos, construir juntos, sentir juntos, ter algo em comum,
livremente, aparando as arestas, os recursos vários, e não se isolando por
causa das diferenças, sobretudo, as diferenças partidárias. Viver em cooperação é viver com
sustentabilidade. A cooperação deve ser uma série de ações como resultado de
uma profunda consciência de união, de fraternidade, de parceria, na convicção
de estar juntos e atuando juntos para o bem do nosso Rio Grande. A cooperação é
a solução. Eu já estou fazendo a minha parte.
A Universidade Federal de Santa Maria está oferecendo curso técnico em cooperativismo. É totalmente a distância e gratuito. As inscrições vão até 4 de outubro e a seleção será por sorteio.
Para quem quiser cursar, segue as informações:
Inscrições abertas de 24/09/21 a 04/10/21 através do site:
https://lnkd.in/e9wX2hrE
Duração do curso: 3 semestres letivos
Escolaridade exigida: Ensino médio Concluído ou equivalente
Sobre o curso de TÉCNICO EM COOPERATIVISMO
O técnico em Cooperativismo planeja, organiza, gerencia e
lidera a cooperativa, promove a cultura junto às instituições, produtores e
empresários da comunidade em geral. Além disso, atua no desenvolvimento de
projetos em comunidades rurais e urbanas, construindo redes de empreendimentos
coletivos, otimizando o capital e fortalecendo a economia solidária.
Onde poderá atuar
O técnico em cooperativismo pode atuar em empresas públicas
ou privadas, consultoria, prestação de serviços, supervisão, gerenciamento,
administração, gestão de ONGs, ou em outros tipos de organização elaborando
projetos, podendo chegar à presidência de cooperativas.
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| Direção da AGPTEA reuniu-se com o autor da proposta ontem (30), na Assembleia |
Tramita na Assembleia Legislativa
o Projeto de Lei 164/2019, que dispõe sobre a gestão democrática no ensino
público por meio de livre organização em cooperativas. A proposta altera a Lei
10.576, de 14 de novembro de 1995, sobre a Gestão Democrática do Ensino
Público. A ideia é apoiar a criação de cooperativas escolares que promovam a
gestão de atividades produtivas e a geração de renda nas respectivas unidades
educativas de produção.
Representantes das Escolas
Técnicas Agrícolas estiveram na Assembleia Legislativa para reforçar a
importância da proposta na melhoria da gestão das instituições de ensino
técnico no Rio Grande do Sul. Segundo o presidente da Associação Gaúcha de
Professores Técnicos do Ensino Agrícola (Agptea), Fritz Roloff, este é um
pleito antigo da entidade, que foi encaminhado antigamente e agora foi
reapresentado pelo deputado Paparico Bacchi. “Já temos o parecer favorável da
Comissão de Constituição e Justiça da casa e agora está aguardando a votação”,
destaca.
Para Roloff, a aprovação desta
proposta será um outro grande marco para o ensino agrícola gaúcho, podendo dar
para as instituições uma gestão mais compartilhada, harmônica e participativa.
“É fundamental que haja uma legislação que permita que a escola possa fazer
convênios, que a escola possa gerir suas economias internas. Hoje, na maioria
das escolas, isso é feito via Círculos de Pais e Mestres (CPMs), mas se
constitui em um grande problema pois os CPMs não têm fins econômicos, apenas
associativos, ou seja, trazer a comunidade para participar da vida e das ações
pedagógicas das escolas”, relata.
O presidente da Agptea reforça
que as escolas, com seus setores produtivos, poderão viabilizar o processo de
comercialização da sua produção e, com isso, agregar renda para investimentos
nas suas estruturas. “Temos certeza que com o projeto sendo aprovado estaremos
ajudando as escolas na organização para que possam criar suas próprias
instituições”, destaca.
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| Presidente Vergilio Perius anunciou os resultados |
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| Logo da Frente Parlamentar do Bambu e das Fibras Naturais |
Em reunião coordenada nesta manhã (21), pelo presidente da Frente Parlamentar do Bambu, Deputado Federai Giovani Cherini, foi decidido que todas as fibras naturais, como algodão orgânico, juta, malva, seda, sisal, piaçava, licuri, macaúba, babaçu, abacá, curauá, linho entre outros passarão integrar a nova Frente Parlamentar do Bambu e das Fibras Naturais. A decisão de ampliar a Frente Parlamentar do Bambu para Frente Parlamentar do Bambu e de Fibras Naturais nasceu no dia 11 de maio do ano corrente, em reunião da Câmara Setorial de Fibras Naturais do Ministério da Agricultura, conduzida pelo secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Cesar Halum, que contou também com a participação do Vice-presidente da República e Coordenador do Conselho da Amazônia Legal, Hamilton Mourão, e do deputado Giovani Cherini. Cherini justifica a ampliação da Frente pela importância econômica das fibras. “No Brasil, mais de 200mil famílias de agricultura familiar cultivam fibras naturais em todos os biomas nacionais. Além da agricultura familiar, podemos considerar os empregos gerados na cadeia do beneficiamento e na cadeia de valor”, afirma o deputado. Para o parlamentar, que é, também, produtor rural, o plantio e o desenvolvimento do encadeamento produtivo favorece a agricultura familiar e as políticas públicas de conservação e de preservação do meio ambiente, porque são espécies de fácil propagação, crescem rápido, neutralizam carbono, oferecem simples manuseio, podendo ser usados na agricultura, construção civil, indústria da moda , biocompósitos, bioplásticos, arte, culinária, saúde, alimentação, artesanato, móveis, decoração, paisagismo, produção de papel e bioenergia.
Para Guilherme Forte, presidente da Associação Brasileira das Fibras Naturais – Abrafibras, a Frente Parlamentar, agora ampliada, terá um importante papel na defesa das fibras naturais. Forte cita, como exemplo, o trabalho desenvolvido em prol do plantio do bambu. Segundo ele, uma touceira da gramínea tem a capacidade de captar 60 KG de CO2 por ano, enquanto uma árvore capta cerca de 25 Kg de CO2 por ano. Já o assessor técnico da Frente do Bambu, Nery Auler da Silva, destacou a importância da regulamentação da Lei nº 12.484/11, que institui a Política Nacional de Incentivo Sustentado ao Cultivo do Bambu e demais Fibras Naturais.
A Frente Parlamentar tem por objetivo defender a execução da política nacional de incentivo à pesquisa, ao cultivo e à inovação tecnológica no processo e em toda a cadeia produtiva, no uso, na comercialização e, também, o incremento na cadeia de valor do Bambu e das demais fibras naturais.
Assessoria de Imprensa
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| Deputado Giovani Cherini |
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| Inscrições abertas |
O coordenador da Frente Parlamentar, deputado federal Giovani Cherini,
destaca a importância do evento, que está em consonância com as pautas da
Frente Parlamentar Mista em Defesa de Práticas Integrativas e Complementares em
Saúde e da Felicidade – Frente Holística, e posiciona-se alinhado ao trabalho
parlamentar em defesa da prevenção em saúde e da potencialização das PICs.
O CONBRASIE 2021 é coordenado pela UNB, em parceria com a UFJ, ESCS,
UFG, UFMG, além da Representação Brasileira da Organização Pan-Americana da
Saúde (OPAS/OMS).
O CONBRASIE 2021 será realizado do dia 3 ao dia 5 de junho, de forma
remota e gratuita, e conta com palestrantes como Adalberto Barreto e Monja
Coen.
Haverá a publicação de Anais na Revista HRJ (CPLE/ESCS/FEPECS), sendo
possibilitada a participação de acadêmicos, profissionais e praticantes.
A certificação do evento será emitida por instituições parceiras.
As inscrições e submissões vão até o dia 1º de junho de 2021, via SIGAA
UnB. Todos podem se inscrever, o evento é multidisciplinar.
Para conhecer e saber mais sobre o evento, acesse @conbrasie ou acessar
https://linktr.ee/CONBRASIE
Programação do evento:
Dia 3 de junho’
18h: Mesa de abertura com a reitoria da UnB e da UFJ.
18h30: A Saúde Integrativa - Dr. Ricardo Ghelman.
19h20: Saúde Integrativa sob o olhar da Atenção Psicossocial - Dr.
Adalberto de Paula Barreto
20h10: Produção Popular da Saúde - Renata Regina (Doula)
21h: Atravessamentos da Espiritualidade na Saúde - Dr. Alexandre Serafim
Dia 4 de junho
18h10: Medicina Tradicional Chinesa - Dr. Jou Eli
19h: Terapia Ayurvédica - Margarete Mota
19h50: Acupuntura e suas Aplicações - Nubia Amado
20h40: Cuidados Paliativos e a Ressignificação da Vida - Jussara
18h: Panorama Internacional da Saúde Integrativa - Dr. Rafael Dall Alba
(OPAS/OMS)
18h30: A prática da Meditação e os seus Contextos; - Monja Coen e Monge
Yakusan
19h20: A morte e o Luto: Múltiplas Abordagens - Monge Yakusan
20h10: Sabedoria Popular da Plantas: a saúde integral do ser acessível a
todos.- Glória Vijaya Dévi
21h: Medicinas Tradicionais Indígenas. - Pataxó Ubiraci
22h: Encerramento do CONBRASIE 2021 – George Caetano e Beatriz Vilela
(Presidentes do CONBRASIE 2021).
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| Deputado Giovani Cherini, coordenador a Bancada Gaúcha |
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| Foram entregues 19 tratores agrícolas de um total de 33 |
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| Roberto Rech, Deputado Giovani Cherini e Fritz Roloff |
As escolas técnicas agrícolas receberam, nesta segunda-feira (24), um dos maiores reforços da sua história. Em ato conduzido pelo Governador Eduardo Leite e pelo Líder da Bancada Gaúcha, Deputado Giovani Cherini, no Centro Administrativo do Estado, foram entregues 19 tratores 4 x4, com ar-condicionado, às escolas agrícolas, contemplando um total de 33 unidades, resultado da emenda da Bancada Gaúcha, no valor de R$ 30 milhões. Além dos tratores, estão sendo adquiridos caminhões, camionetas, equipamentos, implementos e outros itens, beneficiando 27 instituições estaduais de ensino.
Para
o coordenador da Bancada Gaúcha, Deputado Federal Giovani Cherini, o ensino
técnico agrícola necessitava desse apoio para melhorar ainda mais a sua
qualidade. “Agradeço aos trinta e um
deputados e três senadores pela disposição e por apoiarem as nossas escolas,
completou o deputado, que há sete anos lidera a Bancada Gaúcha e coordena a
Frente Parlamentar do Ensino Técnico no Congresso Nacional.
Cherini
também agradeceu a Secretaria da Educação, em especial, o atual
superintendente, Josias Nunes e o diretor técnico, Francisco Carlos dos Santos.
Os equipamentos, como plantadeira, grades, ensiladeiras, pulverizadores entre outros, já estão sendo entregues às escolas desde março. Nos próximos meses, chegarão às instituições, tratores, kits de energia solar, motosserras, computadores, caminhões, camionetas, kit para apicultura e mais uma infinidade de itens para incrementar as nossas escolas técnicas agrícolas.
Trabalharam também para a viabilização da ação as seguintes entidades e seus integrantes: Associação Gaúcha de Professores Técnicos de Ensino Agrícola (AGPTEA) e seu presidente, Fritz Roloff; o Conselho de Diretores das Escolas Agrícolas Estaduais com o seu presidente, Luiz Carlos Cossmam; o Sindicato dos Técnicos Agrícolas do RS (Sintargs) e seu presidente, Luiz Roberto Dalpiaz Rech; e os ex-superintendentes da Suepro, Mauro Rosso e Luís André Sasso.
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| Proposta do líder da bancada do Partido Liberal na Assembleia Legislativa prevê criação de cadastro estadual e ressarcimento de despesas para voluntários. |
O deputado Paparico Bacchi (PL) propõe a criação de um cadastro estadual de voluntários no Rio Grande do Sul. O Projeto de Lei nº 83 /202, que altera a Lei n° 11.732, de 9 de janeiro de 2002, foi protocolado no mês de abril e aguarda parecer na Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa. Entre os objetivos da proposta, está a inclusão do direito de o prestador de serviço ser ressarcido pelas despesas efetuadas no desempenho das atividades voluntárias.
Pessoas estão disponíveis e são capacitadas
Paparico Bacchi argumenta que o serviço voluntário é
indispensável para muitas pessoas, famílias e instituições. O parlamentar que
preside a Frente Parlamentar em Defesa das Apaes (Freapaes), ressalta que
muitas pessoas estão disponíveis e são capacitadas para esta missão de ajudar
ao próximo, porém restam desestimuladas a serem voluntárias, já que acabam por
ter que arcar com todas as despesas da referida prestação de serviço.
“O serviço voluntário, além do inestimável bem social que
alcança à população carente, também se mostra altamente recomendável para que
os próprios voluntários tenham uma ocupação, sintam-se devidamente valorizados
pelo seu trabalho e também exercitem os cuidados com a própria saúde mental,
indispensável neste período de pandemia”, reforça o líder da bancada do Partido
Liberal.
Importância do
cadastro estadual
O autor do projeto de lei destaca, ainda, que a criação de
um cadastro estadual de voluntários, facilitará a escolha e a destinação do
voluntário, de acordo com as suas aptidões e necessidades de quem receberá a
prestação do serviço. “O cadastro de voluntários também servirá como
instrumento de fiscalização e controle das atividades desenvolvidas, além de
servir como mecanismo legal para requisição do pagamento das despesas junto ao
órgãos ligados à Secretaria de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos”, pontua
Paparico Bacchi.
Entre as despesas que
poderão ser ressarcidas estão deslocamento, hospedagem e alimentação do
voluntário, geradas exclusivamente no exercício da atividade cadastrada,
obedecidos os requisitos e condições estabelecidas em regulamento.
Saiba mais
A legislação que criou o voluntariado junto ao serviço
público estadual entrou em vigor no dia 10 de janeiro de 2002. A lei sancionada
pelo governador Antonio Britto estabelece que qualquer cidadão, maior de
dezesseis anos de idade, poderá se inscrever como voluntário para prestar
serviços junto aos diferentes órgãos públicos do Estado, por no mínimo por duas
horas semanais.
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| O Dia do Chimarrão e do Churrasco foi instituído pela lei Estadual nº 11.929, de autoria do deputado Giovani Cherini |
Este ano, o MTG está mobilizando suas entidades e convidando o público para comemorar o Dia do Churrasco e do Chimarrão através de um evento on-line. A live terá início às 20h deste sábado (24) e será transmitida pela página da entidade, no Facebook (fb.com/mtgriograndedosul), direto da Capital Nacional do Chimarrão, Venâncio Aires.
Neste sábado, 24 de
abril, é comemorado o Dia do Chimarrão e do Churrasco, instituído pela lei
Estadual nº 11.929, em 20 de junho de 2003. A lei é de autoria do deputado
Giovani Cherini e a escolha do dia para celebrar os símbolos dos gaúchos, é uma
homenagem à fundação do primeiro Centro de Tradição Gaúcha - CTG do mundo, o
CTG 35, fundado em 24 de abril de 1948 em Porto Alegre. A mesma lei institui o
Churrasco como prato típico e o torna o chimarrão bebida símbolo do Rio Grande
do Sul.
Cherini, que é Conselheiro Honorário do Movimento
tradicionalista gaúcho – MTG, também é o autor de várias leis que destacam a
cultura gaúcha. Entre elas, a lei 11.929 que torna Venâncio Aires a “Capital Nacional
do Chimarrão”; a lei 12.150 que declara
como integrante do patrimônio histórico e cultural do Estado o Acampamento
Farroupilha; a lei 12.150 que declara a como integrante do patrimônio histórico
e cultural do Estado o Cipreste Farroupilha, de Guaíba; a lei 12.992 que
declara como integrante do patrimônio histórico e cultural do Estado e
escultura- símbolo, a estátua do Laçador; e a Resolução nº 2.708, institui o
Prêmio Teixeirinha que tem como objetivos homenagear, anualmente, cantores,
cantoras, trovadores, trovadoras, declamadores,
declamadoras, compositores, entre outras modalidades. É. Também, autor
dos livros infantis Chimarrão – Bebida símbolo do RS e Erva-Mate - planta
símbolo do RS.
Os livros de autoria do deputado podem ser baixados
gratuitamente.
Acesse o link e
baixe já: https://www.cherini.com.br/publicacoes
No dia 11 de junho
de 2018: Solicitação da emenda ao Deputado Federal Giovani Cherini, coordenador
da Bancada Gaúcha. Professor Luiz Carlos Cosman, coordenador do Conselho de
Diretores das Escolas Agrícolas; Carlos Fernando Vieira da Silva,
vice-presidente da Associação Gaúcha de Professores Técnicos de Ensino Agrícola
(AGPTEA); a professora Elenice Luhniseki diretora da Escola Estadual Técnica
Guaramano, de Guarani das Missões e Luiz Roberto Dalpiaz Rech, presidente do
Sindicato dos Técnicos Agrícolas do RS – SINTARGS.