sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Ele é o que melhor (entre poucos) defende o cooperativismo no Brasil. (Otrebor Hcer).




Ele é o que melhor (entre poucos) defende o cooperativismo no Brasil. (Otrebor Hcer).

Sete PRINCÍPIOS que justificam o merecimento do apoio do cooperativismo.

Cooperativa Santa Clara Projeto “Histórias das Porteiras” inicia apresentações da circulação 2014



A peça teatral “Histórias das Porteiras” já iniciou suas apresentações da circulação 2014, levando às crianças conhecimentos sobre o cooperativismo, história dos imigrantes, mitos e lendas, somados à importância das atividades rurais. As cidades de Carlos Barbosa e São Pedro da Serra foram as primeiras a receber a peça, nos dias 26 e 27 de agosto. A peça passará por 12 cidades até novembro deste ano, com expectativa de que mais de 10 mil alunos do Ensino Fundamental assistam às apresentações.
A abertura aconteceu em Carlos Barbosa, no dia 26. A apresentação ocorreu no ginásio da Escola Estadual Elisa Tramontina e contou com a presença do presidente da Cooperativa Santa Clara, Rogerio Bruno Sauthier, que destacou a importância do projeto e o interesse da Cooperativa em investir em temas que enfoquem a sustentabilidade, além de agradecer a participação dos alunos.
No dia 27, foi a vez do município de São Pedro da Serra receber duas apresentações, uma pela manhã e outra à tarde, no Centro Comunitário. Ao final das apresentações, os alunos receberam uma revista com atividades pedagógicas produzida especialmente para o projeto, que de forma divertida fala mais sobre o campo, a cidade, o cooperativismo e os personagens do teatro.
Até novembro a peça passará ainda por Cotiporã, Estação, Fagundes Varela, Garibaldi, Nova Roma do Sul, Parai, Selbach, Tapera, Veranópolis e Vila Maria, além de retornar a Carlos Barbosa.
A peça teatral "Histórias das Porteiras", fez um grande sucesso em 2013. Mais de 4 mil pessoas assistiram às apresentações que aconteceram durante a 9ª Expoclara, em Carlos Barbosa, e o projeto recebeu o prêmio Top Sustentabilidade no Top de Marketing, da ADVB/RS, pela sua contribuição para a sociedade em virtude do incentivo à permanência do jovem no campo e à valorização das atividades rurais.
O Projeto "Histórias das Porteiras - Circulação 2014" é financiado pelo Pró-Cultura RS, Secretaria da Cultura, Governo do Estado do Rio Grande do Sul, com Produção Cultural da Steffen Projetos e Eventos e patrocínio da Cooperativa Santa Clara.

SINOPSE “HISTÓRIAS DAS PORTEIRAS”

“Histórias das Porteiras” é um espetáculo teatral que resgata histórias reais e imaginárias da vida do homem no campo. No espetáculo, três crianças transformam as tradições, crenças e mitos de quem vive no meio rural em jogos e brincadeiras. A alegria de vivenciar e reinventar estes fatos aborda a relação do homem com a natureza de forma interessante e prazerosa, transformando a montagem em uma experiência viva e divertida, típico de quem ama e respeita a terra.


A produção é do diretor Marcelo Bulgarelli e o elenco é composto pelos atores Carla Reis, Marcelo Branchine Wasen, Gustavo Freitas, Luiz Alves e Rodrigo Lahm Batista.

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Chimarrão: simbolo da COOPERAÇÃO



VEM Aí o livro sobre os símbolos culturais e ecológicos do Rio Grande do Sul. 
Versão português/francês.


A coleção reúne nove símbolos gaúchos: a árvore é a erva-mate (lei 7.439/1980); a bebida é o chimarrão (lei 11.929/03); a ave é o quero-quero (lei 7.418/1980); a flor é o brinco-de-princesa (decreto 38.400/98); o animal é o cavalo crioulo (lei 8.26/02); a planta medicinal é a marcela (lei 11.858/02); a escultura é a estátua do laçador (lei 12.992); a gaita é o instrumento símbolo (lei 13.513); e, as Carreiras de Cavalos em Cancha Reta o esporte equestre símbolo (lei 14.525).  
Autores: Giovani Cherini/Roberto Rech

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Todo o cooperativista tem que entender que, as vezes, é preciso ceder. Assista a "lição".


A PONTE - curta metragem Reflexão sobre GENTILEZAS e HUMILDADE

Um curta sobre Gentileza criado pela ilustradora Ting Chian They, para a Academia de Artes Universal [Academy of Art University].
 

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Eduardo Campos defendia o cooperativismo

Eduardo Campos esteve acompanhado do ex-deputado federal Odacir Zonta, assessor da OCB


O candidato do PSB à Presidência, Eduardo Campos, morto aos 49 anos em um acidente de avião nesta quarta-feira (13) em Santos (72 km de São Paulo), defendia o cooperativismo. No dia 22 de abril deste ano  ele visitou Santa Catarina. Campos foi conhecer  trabalho realizado pelas agroindústrias e cooperativas do Oeste catarinense. Campos foi recepcionado pelo  presidente da Cooperalfa, Romeo Bet .
Trajetória de Campos - Eduardo Henrique Accioly Campos (49) era casado com Renata Campos e tinha cinco filhos. Formado em economia pela UFPE.
Campos teve uma carreira de sucesso na política pernambucana, chegou a ser ministro e tentava a Presidência da República. Começou a militância política como presidente do Diretório Acadêmico da Faculdade de Economia da UFPE. Em 1986, participou ativamente da campanha que elegeu Miguel Arraes, seu avô -- morto há exatamente nove anos --, para o Governo de Pernambuco. Ele entrou no PSB em 1990, quando foi eleito deputado estadual. Quatro anos depois, chegou ao Congresso Nacional, mas não chegou a assumir, ficando no Estado nos cargos de Secretário da Fazenda entre 1995 e 1998.
Ainda em 1998, voltou a vencer a disputa para a Câmara, sendo o mais votado do Estado (173 mil votos). Em 2002, fez campanha para o então candidato à Presidência, Luiz Inácio Lula da Silva. No Congresso, Eduardo Campos destacou-se como articulador do governo Lula. No ano seguinte, tomou posse como ministro de Ciência e Tecnologia.

Em 2005, Eduardo Campos assumiu a presidência nacional do PSB, onde permanecia até o acidente desta quarta-feira (13). Em 2006, numa disputa acirrada, venceu a eleição para o Governo de Pernambuco. Em 2010, disputou a reeleição e obteve a vitória no primeiro turno com mais de 82% dos votos válidos. 

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

DIA ESTADUAL DA MULHER COOPERATIVISTA



Lei  nº 5785/2010 de autoria do Deputado Paulo Ramos, institui no âmbito do Estado do Rio de Janeiro, o “Dia Estadual da Mulher Cooperativista” a ser comemorado  no dia 25 de março de cada ano.

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Secretário sai em defesa das cooperativas de leite

Fioreze diz que ocorrência deveria ter sido trabalhada melhor em Brasília
 

                                                

O secretário de Estado da Agricultura, Claudio Fioreze, recorreu ao Twitter para opinar sobre a divulgação feita pelo Ministério da Agricultura (Mapa) a respeito da identificação de álcool etílico nas cooperativas lácteas gaúchas Piá e Santa Clara. Fioreze afirmou que o Mapa se “precipitou” em relação ao episódio. Em entrevista ao Jornal do Comércio, ele justificou o posicionamento adotado: “Estou saindo em defesa dessas cooperativas porque são empresas sérias, idôneas, têm história. Meu papel, como secretário da Agricultura, é prestar esclarecimentos para a comunidade rio-grandense. Eu estou prestando os meus e o Ministério da Agricultura os deles. As pessoas vão formar seus juízos”. JC

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

EM DEFESA DAS COOPERATIVAS PIÁ E SANTA CLARA - Deputado cooperativista Giovani Cherini usou a Tribuna da Câmara dos Deputados


O deputado federal Giovani Cherini usou a tribuna da Câmara dos Deputados ontem (6) para defender duas tradicionais cooperativas gaúchas, a PIÁ e a SANTA CLARA , denunciadas pela possível presença de álcool etílico no leite, segundo análises realizadas pelo Ministério da Agricultura. 
“Quero dizer  que sou consumidor dos produtos fabricados pelas duas cooperativas e vou continuar consumindo, sem problemas, pois conheço com profundidade a qualidade e a segurança do leite e de seus derivados”, afirmou.
Segundo o deputado, as cooperativas recebem somente matéria prima que atende a todos os padrões legais. No caso levantado pelo MAPA, todos os testes haviam sido realizados no laboratório das cooperativas, inclusive o da presença de álcool etílico, e nada se constatou de irregular. Antes de entrar na indústria, os mesmos testes  foram novamente realizados, certificando que o leite estava dentro dos padrões normais.
“ Dá para acreditar que duas cooperativas, uma centenária e a outra com mais de meio século de existência, com milhares de associados, colocariam em risco a sua credibilidade dessa forma?  Os dirigentes jamais seriam coniventes com qualquer adulteração do produto”, reiterou.
A repercussão da fala  do deputado Giovani Cherini deu resultados. Nesta manhã, já aconteceram várias manifestações de jornalistas   e do próprio secretário Estadual da Agricultura, Claudio Fioreze sobre o assunto. Segundo ele, o Ministério da Agricultura se precipitou na divulgação do caso do álcool encontrado em lotes de produtos da Piá e da Santa Clara.

Giovani Cherini - Deputado Cooperativista. Sócio de 6 cooperativas. Presidente (licenciado) da Cooplíder. Autor da lei nº 11.829/2002 que cria a Política Estadual do Cooperativismo, inédita no Brasil. Idealizador da legislação estadual cooperativista.  (Lei n° 11.995/2003 e Decretos nºs 43.168/2004 e 43.876/2005). Vice-Presidente da Frente Parlamentar de Apoio ao Cooperativismo do Congresso Nacional. Relator do ATO COOPERATIVO. Relator do PL  3.067, que autoriza  o acesso de instituições financeiras oficiais, agências de desenvolvimento oficiais, bancos de desenvolvimento oficiais, bancos cooperativos e confederações e centrais de cooperativas de crédito aos recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) para fins de concessão de crédito rural.


terça-feira, 5 de agosto de 2014

EU ACREDITO NA SANTA CLARA

 

Eu não vou jogar no lixo a minha consideração pelos produtos fabricados pelas Cooperativas Piá  e Santa Clara (mais antiga Cooperativa de laticínios em atividade no Brasil) em função da notícia que foi veiculada há pouco pela imprensa. Sei da qualidade dos produtos que ambas fabricam. Os dirigentes jamais seriam coniventes com a adulteração do produto. A preocupação em produzir o melhor leite é tanta que, recentemente a revista Pro Teste, editada pela Associação Brasileira de Defesa do Consumidor, elegeu o leite UHT desnatado Santa Clara como o melhor leite para consumo.  A publicação realizou testes com 20 marcas brasileiras de leite UHT, dez na versão integral e dez na versão desnatado. Os testes foram feitos em laboratório para averiguar teor de gordura, rotulagem, higiene, isenção de fraudes e nutrientes. Também foram realizados testes com consumidores, que avaliaram aroma e sabor do produto.  O leite UHT desnatado Santa Clara conquistou a pontuação mais alta entres todas as marcas testadas, incluindo desnatados e integrais. Este produto também foi eleito o melhor nos quesitos sabor e aroma, segundo os consumidores.

Especialista garante: álcool etílico no leite não faz mal à saúde - A garantia é do professor de Microbiologia de Alimentos da UFRGS Eduardo Cesar Tondo. Especialista no controle de qualidade de alimentos, ele explica que o álcool etílico costuma ser acrescentado ao leite para mascarar a adição de água no produto.

Continuo consumindo produtos PIÁ

A Cooperativa Agropecuária Petrópolis (Piá), de Nova Petrópolis, foi convidada, pelo Ministério Público, para prestar esclarecimentos sobre irregularidades em dois lotes de leite UHT e um de requeijão produzidos pela empresa. Acontece que, durante o serviço de inspeção da Superintendência do Ministério da Agricultura, no dia 15 de julho, foi feita a identificação da presença de álcool etílico em amostra de leite cru refrigerado, o que levou à interdição do posto de refrigeração da empresa em Vila Flores.  Eu sou um consumidor dos produtos Piá e disso não abro mão. A cooperativa Piá alega que em análises internas e nas amostras enviadas para análise externa — em laboratório credenciado pelo Ministério da Agricultura — não foi constatada irregularidade. Ainda assim, de acordo com a cooperativa, os produtos listados pelo ministério que ainda estiverem no mercado serão recolhidos. Sei das qualidades dos produtos Piá. 

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

COOPERATIVAS E INDEPENDÊNCIA ENERGÉTICA

 
PROJETO BRASIL SUSTENTÁVEL, PARANÁ BRASIL
21 de agosto – Curitiba – Parque Barigui
22 de agosto – Ponta Grossa – Centro de Cultura
23 de agosto – Workshop – Ponta Grossa – Faculdade União
 
COOPERATIVAS E INDEPENDÊNCIA ENERGÉTICA
ENERGIAS RENOVÁVEIS NAS COMUNIDADES RURAIS

• Energia Solar – Principios e Aplicações
• Modelo de um projeto de um sistema fotovoltaico
• Sistemas fotovoltaicos de abastecimento de água para uso comunitário
• Energia elétrica renovável em pequenas comunidades
• Energia solar térmica e desenvolvimento rural
• Microgeração de energia e cooperativas de energias renovaveis
• Aplicações práticas da energia solar na agricultura
• Energia solar e eco-turismo

Na apresentação e workshop elaborado pelo Instituto Nikola Tesla são apresentadas as técnicas de fornecimento de energia elétrica, principalmente para o meio rural, utilizando-se energia solar. Dada a grande demanda por energia, as fontes energéticas, renováveis e de eficiência energética são viáveis e necessárias, pois podem reduzir desperdícios e ampliar o acesso. A aplicação de tecnologias de geração de energias renováveis é considerada um dos vetores do desenvolvimento econômico e social das comunidades rurais das regiões brasileiras. Muitas comunidades e propriedades rurais não têm acesso à energia elétrica, por estarem distantes dos centros urbanos. Para acessar energia suficiente para manter a eficiencia de produtor rural, ajudando baixar custos de produçao, a irrigação através da energia solar fotovoltaica apresenta-se como uma das soluções definitivas para agricultura e comunidades sem acesso a rede elétrica. O Instituto apresenta modelos de microgeração de energia usando energia solar com foco no fortalecimento da economia local e segurança energética de cooperativas de produtores familiares e comunidades isoladas.
INSTITUTO DE TECNOLOGIAS SUSTENTÁVEIS NIKOLA TESLA, BRASÍLIA...
BORIS PETROVIC – PRESIDENTE DO INSTITUTO http://www.tesla.org.br/
Inscrição e contato: Planeta Azul Sustentável (42) 9944-3664, 3229-1063

terça-feira, 29 de julho de 2014

COTRIPAL - O COOPERATIVISMO QUE FAZ BEM

 
Fundada em 21 de setembro de 1957, a Cotripal Agropecuária Cooperativa iniciou pelas mãos de 29 agricultores no município de Panambi - RS. Atualmente são 3.430 produtores associados e 1.823 colaboradores. A Cooperativa possui unidades de negócios nos municípios de Panambi, Condor, Pejuçara, Santa Bárbara do Sul e Ajuricaba. Ela cobre uma área agricultável de 85 mil hectares. Sua capacidade de armazenagem estática é de 350 mil toneladas. Com foco no desenvolvimento do associado e das comunidades onde está inserida, a Cotripal prima pela qualidade dos produtos e serviços oferecidos e se destaca por sua responsabilidade socioambiental.
Mais informações:
www.cotripal.com.br

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Deputado recebe Medalha do Mérito Cooperativista

 

Deputado Antônio Carlos Arantes (E) teve o seu trabalho reconhecido
O presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), deputado estadual Antônio Carlos Arantes,  foi homenageado no dia 23 de julho no teatro Bradesco em Belo Horizonte e recebeu, na oportunidade, a mais alta comenda do cooperativismo mineiro: a Medalha do Mérito Cooperativista Paulo Souza Lima, ofertada pela Organização das Cooperativas do Estado de Minas Gerais (Ocemg). A homenagem foi criada em 1991 para premiar as pessoas que se destacam em prol do crescimento e desenvolvimento do cooperativismo. Grandes lideranças do cooperativismo de Minas Gerais reconhecem o trabalho realizado pelo político em prol do segmento.

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Encontro das Frencoops Municipais em Bento Gonçalves


 
Tive o privilégio de Coordenar, por 15 anos, a FRENCOOP na Assembleia Legislativa. Presidida pelo deputado Giovani Cherini (hoje vice-presidente da  FRENCOOP Nacional), instalamos, neste período, 72 Frencoops Municipais. 
 
O Sistema Ocergs-Sescoop/RS promoverá nos dias 30 e 31 de julho o Encontro das Frencoops Municipais, que ocorrerá em paralelo à programação do XVI Seminário Gaúcho do Cooperativismo. O evento será realizado no Hotel Dall’Onder, em Bento Gonçalves.

A abertura oficial do Encontro das Frencoops Municipais ocorrerá no dia 30 de julho, às 14h, com discurso do presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius e do presidente da União dos Vereadores do Rio Grande do Sul (Uvergs), Silomar Garcia.

A programação do primeiro dia inclui as conferências do desembargador do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS), Genaro Borges - que discorrerá sobre o tema “O parlamento e o cooperativismo”, e do ex-conselheiro do Tribunal de Contas do RS (TCE-RS), Hélio Saul Mileski, que abordará o tema “Controles públicos e o papel dos vereadores”. Além da explanação dos conferencistas também haverá a apresentação de cases das Frencoops Municipais.

No segundo dia do evento (31), ocorrerá a conferência do presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius, e do presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RS), Cezar Miola, que irá tratar do tema “Os Tribunais de Contas e a Ação dos Vereadores em suas Comunidades”.

O que é a Frencoop
As Frencoops municipal, estadual e federal atuam integradas ao Sistema Cooperativista – Ocergs – Organização das Cooperativas do Estado do Rio Grande do Sul e ao Sescoop/RS – Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado do Rio Grande do Sul, através de ações conjuntas que fortaleçam a educação associativista e cooperativista, visando à promoção social dos trabalhadores e dos associados das cooperativas em todo o município.
A Frencoop, em conjunto com o Sistema Cooperativista, tem como objetivos principais promover o desenvolvimento sustentável pela cooperação e seguir os princípios gerais do cooperativismo, que são: democracia, justiça social, cidadania, ética, solidariedade, autonomia, preservação ambiental, qualidade e produtividade, profissionalismo e credibilidade; apoiar e participar das ações cooperativas na comunidade, promovendo a integração das entidades que visam ao desenvolvimento e ao fortalecimento do cooperativismo e associativismo no município; aperfeiçoar e complementar a legislação que envolve matéria de interesse do Cooperativismo Municipal, apoiando e agilizando projetos que almejem ao desenvolvimento e fortalecimento do cooperativismo no município; fiscalizar os atos do Poder Executivo que dizem respeito ao cooperativismo, discutindo, acompanhando e sugerindo medidas que permitam o desenvolvimento do Cooperativismo Municipal; e apoiar a integração entre cooperativas e entidades comunitárias relacionadas ao Cooperativismo.
Fonte: site OCERGS

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Mudança da lei 5.764/71 (Lei das cooperativas)


Uma grande injustiça está acontecendo no nosso meio jurídico, a nível de interpretação
dos artigos  65, 67, 68 e 69 da Lei nº 5.764/71 (Lei das Cooperativas).  Juízes e desembargadores estão interpretando como se o conselho fiscal, eleito na liquidação, teria poder de liquidante (administração). Esta confusão está gerando enormes transtornos e prejuízos ao conselho fiscal, eleito na liquidação da Cooperativa X, com sede do Rio Grande do Sul.  A referida cooperativa quebrou e, agora, a União está redirescionando as execuções fiscais de milhões de reais contra o liquidante e contra os membros do conselho fiscal.
Estes conselheiros nunca tiveram qualquer poder de administrar, que apenas é concedido ao liquidante.  No entanto, esta interpretação equivocada da Lei, joga estes conselheiros no polo passivo dos processos como devedores. O que está acontecendo não está no “mapa”.  Nos caso da Cooperativa X, o  ex-presidente, diretores e conselheiros de administração, que tinham poder de gerência e administração e que causaram a quebra da cooperativa, ficaram imunes. A corda estourou no liquidante e no conselho fiscal escolhido após a quebra ocorrida.

O deputado cooperativista Giovani Cherini, vice-presidente da Frente Parlamentar de Apoio ao Cooperativismo foi procurado para buscar uma solução no âmbito legislativo. Ele deverá propor uma alteração na Lei n° 5.764/71.

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Mais cooperativismo (SEBRAE)

http://www.cooperativismo.org.br/cooperativismo/sebrae/saibamaiscooperativa.pdf

Cooperativa social poderá ter mesmos benefícios que demais cooperativas


Deputado Giovani Cherini (C): mais benefícios as cooperativas sociais
 
A Câmara analisa o Projeto de Lei 6358/13, do deputado Giovani Cherini (PDT-RS), que garante às cooperativas sociais as mesmas características das cooperativas estabelecidas na Política Nacional de Cooperativismo (Lei 5.764/71). Entre elas, o controle democrático dos cooperados.
As cooperativas sociais também terão direito aos benefícios da Lei Orgânica da Assistência Social (Loas, Lei 8.742/93). Além disso, a proposta isenta as cooperativas sociais e seus associados do pagamento de contribuições previdenciárias.
De acordo com Cherini, as cooperativas sociais hoje têm dificuldade para realizar suas atividades. Ele lembra que as alterações previstas no projeto foram vetadas anteriormente quando a Lei das Cooperativas Sociais foi promulgada, em 1999 (Lei 9.867).
“É de interesse do governo recepcionar a proposta, sanando equívoco da administração anterior, e possibilitar aos desvalidos uma possível inserção no mercado de trabalho”, afirma o parlamentar.
Beneficiados
O texto inclui as novas regras na Lei 9.867/99, que criou as cooperativas sociais para oferecer trabalho aos cidadãos em desvantagem no mercado econômico, integrando-os socialmente. A lei define como em desvantagem:
- a pessoa com deficiência física e sensorial; - a pessoa com deficiência psíquica e mental, com acompanhamento psiquiátrico permanente e ex-interno de hospital psiquiátrico; - o dependente químico; - o ex-presidiário; - o condenado a penas alternativas; e - o adolescente a partir de 16 anos com situação familiar difícil econômica, social ou afetivamente.

Tramitação
A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: Agência Câmara julho/2014

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Ajustar-RS auxiliou cooperativas na regularização de dívidas

A Cotrijui foi uma das cooperativas beneficiadas pelo AJUSTAR/RS

É SEMPRE BOM LEMBRAR. No dia 13 de maio de 2010, como diretor do Fórum Democrático de Desenvolvimento da Assembleia Legislativa, participei, juntamente com o presidente da Casa, deputado Giovani Cherini, de uma importante reunião para debater a questão do endividamento das cooperativas agropecuárias. Estavam presentes representantes do setor cooperativado, das secretarias de Estado da Fazenda e de Relações Institucionais, e chefia da Casa Civil. Cherini buscava conseguir tratamento diferenciado às cooperativas, para que houvesse igualdade de condições com as medidas implementadas na esfera federal, a exemplo do Pronaf. No dia 1º de julho já entrava em vigor o Programa de Refinanciamento de Débitos com ICMS, o Ajustar-RS, auxiliando na regularização das dívidas tributárias de cooperativas.
Importante destacar que o AJUSTAR/RS foi enviado a Assembleia Legislativa depois que o deputado Giovani Cherini, então presidente da Frente Parlamentar de Apoio ao Cooperativismo, teve emenda de sua autoria ao PL 353/2009, do Poder Executivo, referente ao cancelamento de créditos da Fazenda Pública, vetada pela governadora Yeda Crusius. A proposição de Cherini previa prazo de 180 meses para o pagamento dos débitos tributários pelas cooperativas.

O que é o Ajustar-RS : O programa prevê que dívidas de ICMS vencidas até dezembro de 2009 possam ser pagas com 60 % de desconto nos valores relativos a juros e correção monetária. Além disso, para pagamentos à vista, há um desconto de 50% sobre o valor da multa, que vai diminuindo conforme o número de parcelas que o contribuinte utilizar para regularizar o débito. O prazo para pagamento será de até 120 meses.

segunda-feira, 7 de julho de 2014

5 DE JULHO, DIA INTERNACIONAL DO COOPERATIVISMO

O deputado cooperativista Giovani Cherini fez questão de colocar nas redes sociais uma menção a esta importante data. Em mãos, os ELOS que simbolizaram o programa COOPERAÇÃO - O RIO GRANDE ACIMA DAS DIFERENÇAS, implantado quando presidiu a Assembleia Legislativa do RS
A data é celebrada sempre nos primeiros sábados do mês de Julho no mundo inteiro. O setor surgiu há centenas de anos, mais precisamente em 1844, no bairro de Rochdale, em Manchester na Inglaterra, onde os operários sofriam com a mão-de-obra mal remunerada, exploração da jornada de trabalho e más condições para efetuação do mesmo. A partir daí, em 21 de dezembro de 1844, um grupo de 28 tecelões, resolveu então reivindicar melhores condições de trabalho, que lhes proporcionassem uma vida digna, onde nasceu a primeira cooperativa de consumo, mudando os padrões econômicos da época e dando origem ao movimento cooperativista.
Tema do Dia Internacional em 2014
Nesse ano, o tema definido pela ACI (Aliança Cooperativa Internacional) é: “Cooperativas conquistam desenvolvimento sustentável para todos“. De acordo com a ACI, o setor cooperativo tem de explicar e demonstrar ao mundo que a sustentabilidade é parte intrínseca de sua natureza, visto que ao se concentrarem nas necessidades humanas, elas respondem à crise de sustentabilidade atual.



quinta-feira, 3 de julho de 2014

O COOPERATIVISMO QUE FAZ BEM - CERILUZ, Ijuí, tem 47 anos de história e muita energia!



 Rua do Comércio, 921 - Centro Ijuí telefone: (55) 3331 9100. Fax: (55) 3331 9101


A Cooperativa Regional de Energia e Desenvolvimento Ijuí Ltda – CERILUZ,  fundada em 1966 com o propósito de levar energia elétrica a um pequeno grupo de agricultores, 160 propriedades rurais, hoje ela alcança mais de 14,5 mil associados, fornecendo a energia para o fomento de propriedades rurais, residências, comércios e indústrias, inclusive em centros urbanos. São 47 anos de história que exigiram a superação de grandes desafios, cujos resultados fizeram da Ceriluz uma das mais importantes cooperativas brasileiras. Sendo uma das pioneiras na geração de energia, busca retomar a autossuficiência, garantindo tarifas justas a todos os associados consumidores de energia.
A formação da Ceriluz está dividida em três fases distintas. A primeira, de construção das primeiras redes; a segunda, de ampliação da área de ação agregando regiões inicialmente não previstas e, a última, de consolidação da qualidade da energia, com a implantação de subestações, alimentadores, novos equipamentos, além da construção das suas usinas, três atualmente: usinas Nilo Bonfanti, José Barasuol e RS-155.
Estabilizada, a Cooperativa permitiu o investimento no chamado Programa Além da Energia, que disponibiliza vários benefícios sociais, entre eles o Plano de Saúde, Seguro Residencial, Auxílio Funeral e os encontros de comunidade.
Conheça mais: www.ceriluz.com.br
DIRETORIA
Presidente: Iloir de Pauli
Vice-presidente: Valmir Elton Seifert

Secretário: Romeu Ângelo de Jesus

quarta-feira, 2 de julho de 2014

CEPTI: Cooperativa de saúde que, com métodos da medicina holística, pode melhorar a qualidade de vida



Não é de hoje que se sabe que o trabalhador desempenha melhor a sua função quando está sem dores, descansado e sem estresse – assim como também se sabe que não é fácil viver nos dias de hoje sem essas questões que afetam a vida de todos os indivíduos.
Sabendo disso, o CEPTI, Centro de Psicologia e Terapias Integrativas, do Rio de Janeiro sugere um “Dia da saúde” nas empresas, em que propõe e apresenta as técnicas de medicina que são utilizadas para tratar a população de forma alternativa. Acupuntura – método já implantado no Sistema Único de Saúde (SUS), - ervas medicinais reconhecidas pelo Ministério da Saúde, massagens e homeopatia são alguns dos tratamentos propostos pelo CEPTI, que, por fazerem parte dessa medicina holística, não possuem efeito colateral ou contra indicação para ninguém.
Além disso, a cooperativa oferece palestras com especialistas sobre esses assuntos, que esclarecerão dúvidas e explicarão a importância de cuidar da saúde – muitas vezes sem precisar de remédios fortes ou tratamentos que tenham efeitos colaterais fortes.
O gestor da empresa precisa se preocupar com a “coluna vertebral” da sua corporação, - essa coluna vertebral é composta principalmente pelos funcionários. Se disponibilizando a ficar um dia na empresa, de acordo com o trato feito com o gestor, o CEPTI levará especialistas até o local, o lá oferecerá dicas de saúde holística, conversas e atendimentos rápidos.


terça-feira, 1 de julho de 2014

“Histórias de Cooperação”



O Sistema OCB disponibiliza, em seu portal, o link para download do livro “Histórias de Cooperação – 366 cooperativas brasileiras que constroem um mundo melhor”. Ao todo, são apresentados 366 casos de sucesso. 


Acesso - Para baixar o arquivo, basta que o interessado acesse www.brasilcooperativo.coop.br e clique no banner da publicação. O livro foi lançado no início deste ano e conta histórias de cooperativas que, graças à sua gestão profissionalizada, contribuem para mudar o cenário das comunidades onde estão presentes, gerando desenvolvimento e levando mais qualidade de vida e felicidade às pessoas.

segunda-feira, 30 de junho de 2014

"Cooperativismo: o homem mais perto de um mundo mais justo"



Poesia de Jaime Caetano Braum, que foi encomendada pela equipe de comunicação da Fecotrigo, em 1978. Enviada pelo amigo Helio Musskopf, .faz parte do livro que ele e o professor Fritz Roloff publicaram, através da AGPTEA, pela Imprensa Livre Editora: COOPERATIVISMO: O HOMEM MAIS PERTO DE UM MUNDO MAIS JUSTO:...

Na majestade infinita, da região hoje plantada,
pelo Guarani habitada, um dia chega o Jesuíta,
na catequese bendita, do índio de alma primária,
pra unir com fé doutrinária, lavoura, oficina e templo,
dando à América o exemplo da vida comunitária!

É a iniciativa privada, orientada e coletiva,
é a ideia Cooperativa, é a vivência organizada;
Mas um dia chega a espada, e a ambição pelo poder,
ao índio restou morrer, pois negou-lhe a prepotência,
a lei maior da existência: o Direito de Viver!

Após terríveis chacinas, da opressão contra o direito,
sem o mínimo respeito, nem pelas santas batinas,
restaram somente ruínas, e a inesquecível lição,
do índio de pé no chão, aos que o iriam suceder:
tudo é possível fazer, com fé, vontade e união!

O sino das Reduções, silenciou nos descampados,
quase cem anos passados, vieram novas gerações,
no chão daqueles rincões, que tanta legenda encerra,
há um novo grito de guerra ecoando nos corredores,
pastores e agricultores, cantando os cantos da terra!

Na querência missioneira, fronteiras e serranias,
em vez das notas bravias, da velha inúbia guerreira,
há uma imensa cabeleira, flamejante de cereais,
dos restos de catedrais, brotou cultura e semente,
algo eterno e permanente pra não morrer nunca mais!

E os que cresceram peleando, rasgando as primeiras sendas,
os que plantaram legendas, sementes estão plantando,
plantando e se organizando, na pecuária e na agricultura,
porque a gente da planura entende desses assuntos,
e sabe que - pegar juntos se traduz na união mais pura!

E assim o agricultor, que está cooperativado,
tem direito assegurado, ao fruto de seu labor,
e não o tem por favor, mas porque não ficou mudo,
- com estudo – ou sem estudo e sem ir atrás de engôdos,
sabe que tudo é de todos, e que tem direito a tudo!

E venceremos assim essa luta macanuda, em cada mão uma ajuda,
em cada voz um clarim, e chegaremos ao fim,
todos juntos – que sozinho falta calor de carinho
e luz para a iniciativa, que é sempre a Cooperativa
que aponta o melhor caminho!

O chão do nosso batismo, que peleando conquistamos,
ao futuro projetamos, com alma e com patriotismo:
VIVA o Cooperativismo! – Irmão ajudando irmão,
que até ao tomar chimarrão, escutando uma cordeona,
a tudo se soluciona, força da união pela união!

E por fim, a segurança, prêmio do trabalho honrado,
do presente e do passado que no futuro se lança
na imagem de uma criança, diante do cenário augusto.
- Peguemos juntos, sem susto, escolhendo o líder certo,
levando o homem mais perto de um mundo muito mais justo!

Jaime Caetano Braun

sexta-feira, 27 de junho de 2014

A segunda onda do Cooperativismo, por Roberto Rodrigues


Por Roberto Rodrigues – constante na obra “O Cooperativismo de Crédito no Brasil do século XX ao século XXI – edição comemorativa“, organizado por Diva Benevides Pinho e Valdecir Manoel Affonso Palhares. Confebras, 2004. (589)
 
 
O cooperativismo como doutrina, com seus valores básicos, princípios, uma ética básica, todo um conjunto dogmático de regras que compõem a doutrina, na verdade, só floresce em cooperativas dentro de três condições básicas. Primeiro, é preciso que haja uma necessidade, porque é um movimento de base. Então, a base deve sentir a necessidade e esta surge sempre de pressões externas que atrapalham alguma comunidade.
Segundo, ela precisa ter viabilidade econômica. A cooperativa não tem a menor condição de ser uma “sociedade de poetas mortos”, não é uma brincadeira romântica, é uma empresa atuante. Então, tem de ter viabilidade econômica.

E terceiro, precisa haver liderança, porque sem liderança, nada funciona bem.
Na verdade, as cooperativas surgiram pós-Revolução Industrial, porque ela gerou dois movimentos simultâneos: exclusão social e concentração da renda. Daí cresceu o que eu chamo de primeira onda da história cooperativista, em 1844, na Inglaterra. Nasceu e esparramou-se pelo mundo inteiro, transformando-se no maior movimento social da história universal, abrangendo, atualmente, 1 bilhão de filados no mundo inteiro. Se considerarmos que cada pessoa representa 3 familiares, isto significa um total de 3 bilhões de pessoas, ou 40% da humanidade.
Essa primeira onda, na qual o cooperativismo foi tratado como a Terceira Via entre o capitalismo e o socialismo, para promover o desenvolvimento econômico social, durou até a queda do muro de Berlim. Quando o muro caiu, o socialismo sofreu um desmaio profundo, do qual ainda não se recuperou, e o capitalismo se desmembrou, seguindo mais o liberalismo do que o modelo capitalista comercial.

Então, por um período de dez a quinze anos, o cooperativismo perdeu um pouco o seu sentido porque, de certa forma, todos os efeitos perversos do modelo da Revolução Industrial esvaíram-se no tempo. Isto até que os efeitos da economia globalizada passaram a ter resultados muito similares a uma Revolução Industrial. Voltaram os problemas, e com ele, de novo, a concentração e a exclusão. Isto produziu o que estou denominando de segunda onda da história cooperativista, ou seja, um recrudescimento do movimento, só que com outras responsabilidades. Durante um século e meio, o cooperativismo foi uma doutrina socioeconômica que visava corrigir o social por meio do econômico. Esta é a definição clássica de cooperativismo. Portanto, preocupada com as questões sociais e econômicas. Com o surgimento da economia globalizada, somada ao liberalismo comercial, os problemas de exclusão e de concentração aumentaram a tal ponto que a democracia e a paz no mundo ficaram ameaçadas.
Hoje, estou convencido de que os governos centrais são cada dia mais incapazes de resolver os problemas comuns das pessoas comuns, como nós. O cidadão comum preocupa-se com o desemprego, a sustentabilidade da atividade produtiva, o acesso à educação, saúde, habitação, aposentadoria, lazer, às coisas do dia-a-dia. E os governos não resolvem mais isso. A decisão de investir para gerar emprego, ou não, é do capital, sem preocupações com ética, filosofia, religião, ideologia, nada. O capital só se preocupa com a própria acumulação. Mas, como os excluídos não sabem disso, nem percebem isso, culpam o governo. Então, cada eleição, em qualquer lugar do mundo, é um plebiscito contra o governo. Então, as oposições ganham, não porque sejam necessariamente melhores, mas porque o governo, por questões estruturais, não consegue resolver os problemas das pessoas.

Qual é o risco? É um problema a oposição ganhar? Não. Faz parte da lógica democrática. O problema é que a oposição ganha e também não consegue resolver. Então, o conceito de democracia vai sendo erodido. A Argentina é um exemplo, e lá há pessoas falando em voltar ao regime militar.
Então, a solução está na ação das bases comunitárias. E é por esta razão que o cooperativismo ressurge. Não mais como um rio fluindo entre as duas margens – capitalismo e socialismo, cada um de um lado. Mas uma ponte juntando as margens – de um lado, o mercado, e na outra margem, o bem-estar das comunidades, a felicidade das pessoas. O cooperativismo é essa ponte; é a defesa da democracia e da paz, na medida em que ele combate a exclusão e a concentração.
O cooperativismo passa a ter, no Terceiro Milênio, na segunda onda da sua história, uma função que transcende a tradicional função social e econômica, para ganhar uma nova dimensão de caráter político, que é a defesa da democracia, o combate aos efeitos negativos da dubiedade econômica do liberalismo, tal como no século XIX combateu os efeitos negativos da Revolução Industrial.
Essa é a consistência nova do cooperativismo. Razão pela qual se diz que há um renascimento do movimento cooperativo fortemente impulsionado por governos de países desenvolvidos. Por quê? Em primeiro lugar, porque a consciência solidária, nesses países, é mais consistente. Viveram momentos na História nos quais a solidariedade se transformou numa necessidade.
E o que diferencia um país desenvolvido de um país não desenvolvido é o grau de organização da sociedade. No Brasil, nós sempre ficamos esperando que o “papai governo” resolva nossos problemas e, por isto, ficamos à margem do processo.

terça-feira, 24 de junho de 2014

Profundo conhecedor da vida e obra do Padre Amstad

O Padre Theodor Amstad, foi agraciado in memorian, com a Medalha Ordem do Mérito Farroupilha. 
O presidente do Instituto do Desenvolvimento do Cooperativismo, Emiliano Limberger, recebeu a medalha em nome dos familiares de Amstad, que vivem na Suíça. 
Justiça seja feita. O cooperativista, advogado e historiador Emiliano Limberger é profundo conhecedor da doutrina cooperativista do Padre Theodor Amstat. Autor de vários livros, colabora na fundação e continuidade de diversas iniciativas cooperativas no Estado, inclusive da Cooperativa Ecológica Coolméia. Infelizmente não é entendido por muitos. O cooperativismo um dia sentirá saudades deste GRANDE IDEALISTA. "O Padre Amstad foi um pioneiro, não só do cooperativismo no Estado o que, por si, já faria jus à honraria. Mas sua atuação incluiu ainda a defesa da participação da mulher em todos os setores sociais, o ecumenismo como a verdadeira forma de vivenciar a religiosidade, a preservação do meio ambiente e a atenção permanente a toda forma de dominação, especialmente econômica

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Rádios cooperativas transmitem a Copa

A transmissão da Copa do Mundo no Brasil não fica restrita aos grandes meios de comunicação. Na Argentina, por exemplo, o mundial também pode ser acompanhado por meio de rádios cooperativas, como a Rádio Gran Buenos Aires, que retransmite o mundial para outras 40 emissoras do país. A economia social das cooperativas só foi possível com a aprovação da Lei de Meios Audiovisuais, promulgada em 2009, pela presidenta Cristina Kirchner, e declarada constitucional em 2013. A cobertura da Copa do Mundo pela rádio evidencia os pontos em comum entre as cooperativas e o esporte. Rádios cooperativas de outros países também estão transmitindo a Copa do Mundo. Alguma Rádio Cooperativa brasileira? 

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Dia Internacional do Cooperativismo. POPULORUM PROGRESSIO



Neste ano, a celebração ocorrerá no dia 5 de julho. A frase definida é: “Cooperativas conquistam desenvolvimento sustentável para todos”. De acordo com a ACI, o setor cooperativo tem de explicar e demonstrar ao mundo que a sustentabilidade é parte intrínseca de sua natureza, visto que ao se concentrarem nas necessidades humanas, elas respondem à crise de sustentabilidade atual.
No ano de 1923, no Congresso da Aliança Cooperativa Internacional – ACI, ficou estabelecido o Dia Internacional do Cooperativismo, a ser comemorado, anualmente, no primeiro sábado do mês de julho.


A cooperação é a palavra desse milênio. Aliás, em 1967 o Papa Paulo VI publicou a Cartilha POPULORUM PROGRESSIO sobre o desenvolvimento dos povos. Nela, afirma que o  desenvolvimento integral do homem não pode realizar-se sem o desenvolvimento solidário da humanidade e que o homem deve encontrar o homem, as nações devem encontrar-se como irmãos e irmãs. O Papa chega a sugerir a busca de meios de organização e de cooperação, concretos e práticos, para pôr em comum os recursos disponíveis e realizar, assim, uma verdadeira comunhão entre todas as nações.

Cooperativa de jornalistas é contratada para cobrir jogos da Copa

A Cooperativa de Comunicação do Amazonas (Coopcom) foi contratada pela Agora Telecom, empresa de telecomunicação com sede em São Paulo, em parceria com a Cambium Networks, para fazer a cobertura dos jogos da Seleção Brasileira no Amazonas.
Os cooperados Priscilla Torres e Sidomir Matos, profissionais de imagem fotográfica e vídeo, trabalharam na cobertura do primeiro evento. A coordenação da equipe foi feita pelo presidente da cooperativa, Eliezer Favacho.
 O contrato com a Coopcom foi para cobrir a primeira etapa do Projeto Rede Estadual de Comunicação do Amazonas, iniciativa comandada pela Secretaria Estadual de Inovação, Ciência e Tecnologia (Secti) e Empresa de Processamento de Dados do Amazonas (Prodam), que compreende a implantação de infraestrutura para oferta de sinal de internet às cidades localizadas ao longo de toda a extensão do Gasoduto Coari-Manaus.

 A Agora Telecom participa do projeto fornecendo equipamentos Cambium Networks, além de soluções Extreme Networks e Fortinet, que permitem aproveitar a fibra provida pela Rede Estadual de Comunicação para levar conectividade com segurança a órgãos públicos de 23 cidades do interior amazonense, além de fornecer WiFi gratuito à população em praças públicas. (Assimp Sistema OCB/AM)

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Um paradigma holístico para o COOPERATIVISMO


Curso de "Liderança de Paradigma Holístico" ministrado pela Cooperativa Universidade de Líderes Juventude Sem Fronteiras - COOPLÍDER, aos colaboradores da COTRISAL - Sarandi.
 Precisamos entender que  estamos vivendo um momento de implementação da COOPERATIVA INTEGRAL,  que passa pela necessidade de  educar os associados e dirigentes em todas as suas potencialidades, não apenas as cognitivas ou intelectuais, mas também as afetivas, artísticas, espirituais, os valores, a saúde, o corpo, etc.  A educação cooperativista tradicional está impregnada do pensamento analítico ou cartesiano. É um esquema de educação centrada no conteúdo e não para as “outras” inteligências e as outras dimensões do ser humano.  Vamos voltar a falar mais sobre a Cooperativa Integral (Holística).

Curso de "Liderança no Paradigma Holístico" ministrado pela Cooperativa Universidade de Líderes Juventude Sem Fronteiras - COOPLÍDER, aos colaboradores da COTRIJAL, Não-Me-Toque

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Lasier Martins: vocação cooperativista


Acompanhado do deputado federal Giovani Cherini, vice-presidente da FRENCOOP, o pré-candidato ao Senado, Lasier Martins, visitou ontem (12), a Organização das Cooperativas do Rio Grande do Sul.  A dupla foi recepcionada pelo presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS,  Vergilio Perius e  representantes dos ramos Agropecuário, Crédito, Trabalho e Infraestrutura.